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Archive for the ‘bancos’ Category

endereçoUm importante seguidor deste humilde blog, que também foi bancário por longos 31 anos, conseguiu através de um grupo de amigos e colegas, obter uma reposta do Banco Central a respeito do endereço do Delta Bank, um banco estrangeiro que fazia parte do Grupo do Banco Real (antigo)  atual Santander e que atua pesadamente no Brasil há muitos anos na área de private banking interncional.

Por vários anos trabalhei simultaneamente para o Banco Real,Delta Bank,Banque Real de Cote D´Ivoire S.A,Banco Real Bolívia,Banco Real Chile,Real Bolívia de Seguros,Real Chilena de Seguros,banco Real del Paraguai (este só como membro do Conselho).

Em 1994 me transferiram para trabalhar diretamente em Miami para este Banco americano-brasileiro onde permaneci,contra a minha vontade,por 1 ano e alguns meses. Nesse meio tempo foi feita aquela famosa simulação de rescisão de contrato pelo Banco Real a mando do Delta Bank e que é hoje objeto do processo 01521 20040140600 já com decisão a meu favor por unanimidade do TRT e agora do TST em seu acórdão já disponível para consulta.

O que diz o Banco Central na resposta aos meus ilustres bancários e amigos  leitores do blog?

Diz que  oficialmente não existe no Brasil uma instituição financeira autorizada a operar aqui com o nome de Delta Bank.

Por outro lado o Banco Central não recomenda aos brasileiros operar com Bancos desconhecidos que veículam propaganda em sites,jornais,revistas,etc.

Mas que trem é esse gente?

O Brasil inteiro sabe e estou seguro que o Banco Central também que o Delta Bank atua aqui no Brasil e 95% dos seus clientes são brasileiros, a maioria dos quais conquistados pela rede de Agências do Banco Real (antigo) desde sua fundação no início dos anos 80.

Há vários artigos na imprensa sôbre isso e quem quiser pode pesquisar pelo Google. Este Banco  do Grupo do Banco Real (antigo) foi citado em várias CPIs que investigaram o Banestado, a CBF (aquele famosérrimo empréstimo cuja diferença de juros ninguém sabe ninguém viu prá onde foi), CC5, Opportunity etc.

Mas que estão aqui estão…e continuam operando fortemente aqui…nas barbas do Banco Central… qui comme toujours ne sais rien…rien de rien…

Uai…mas nós precisamos saber uai…

De que forma estão instalados aqui? Como uma empresa prestadora de serviços?Onde?Tem telefone?Seus funcionários daqui são pagos em dólares ou em Reais? Se em Reais são declarados ao fisco? Ao INSS? Ao FGTS?Estão registrados?Como o que?

Saiba mais do Delta Bank em português acesando aqui:www.deltabank.net

O Banco Central poderia ter lido a reportagem da revista Isto é Dinheiro abaixo.

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O da foto foi meu Presidente.

Vejam abaixo a resposta em vermelho do Banco Central do Brasil:

“Prezado Senhor

Informamos que não existe instituição autorizada a funcionar no Brasil pelo Banco Central do Brasil com o nome Delta Bank.. Acrescente-se que a relação dos representantes de instituições estrangeiras no Brasil pode ser encontrada em nosso site pelo caminho “Sistema Financeiro Nacional > Informações cadastrais e contábeis > Informações cadastrais > Instituições estrangeiras no Brasil “.

Vale ressaltar que recomendamos aos cidadãos que procurem sempre uma instituição financeira autorizada e fiscalizada pelo Banco Central, evitando fazer empréstimos com empresas desconhecidas que veiculam anúncios em jornais, internet ou outros meios de comunicação. Não se deve fazer empréstimos com empresas que condicionam a liberação do dinheiro a depósitos iniciais, oferecendo supostas facilidades e vantagens.

A relação das instituições autorizadas está disponível em nossa página em “Sistema Financeiro Nacional > Informações cadastrais e contábeis > Informações cadastrais”, consultando a opção “Relação de instituições em funcionamento no país (transferência de arquivos)” ou a opção “Cadastro de instituições (endereço, diretores, redes de agência, dados do conglomerado, carteiras, tarifas, etc)“.

Para outras instituições financeiras, solicitamos informar razão social e/ou CNPJ, para que possamos efetuar a pesquisa em nosso cadastro.

Para novos contatos, favor utilizar o formulário do serviço “Fale conosco”  em nosso site. Clique aqui ou copie o seguinte endereço em seu navegador – http://www.bcb.gov.br/?FALECONOSCO

Atenciosamente,

http://www.bcb.gov.br/img/bc_marca.gif
http://www.bcb.gov.br/img/transp.gif
http://www.bcb.gov.br/img/transp.gif Secretaria de Relações Institucionais
http://www.bcb.gov.br/img/transp.gifDivisão de Atendimento ao Publico
http://www.bcb.gov.br/img/transp..gifTel.:0800-9792345

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Aniversário de 5 anos do blog

Este blog hoje está aniversariando.

Foi criado extamente no dia 30.12.2004 portanto está fazendo hoje 5 anos e 2.248 posts, o que dá uma média anual de 450  ou ainda mais de 1,3 por dia, incluindo aí sábados,domingos e feriados.

Eu não disse que sou “madeira de lei que cupim não rói”.

Pois é. O blog vai continuar até que o processo trabalhista 01521-2004-014-06 esteja totalmente encerrado.Inexistindo pendências vou dar por terminada a minha curta carreira de humilde blogueiro e vou partir para a criação de jornais online regionais lá nas Minas Gerais.

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Banco Central do Brasil a partir da base de clientes informada pelos Bancos (que é falsa) e do número de reclamações que chegam ao Banco Central (que também é falsa). Ou seja olhando as informações abaixo chega-se à conclusão que a qualidade dos serviços dos principais bancos brasileiros é ótima o que é também falso.

Mas exitem coisas que não são falsas nos Bancos brasileiros em geral:

-os spreads que são os maiores do mundo;

-o pessoal que é mal treinado e que até vende titulo de cpitalização e PGBL/VGBL como se fosse investimento;

-as tarifas exorbitantes que ao serem cobradas configuram quase que um assalto à mão armada (pior até porque afetam milhões de pessoas,todos os dias,todos os meses,todos os anos);

-o tratamento pouco respeitoso que se dá aos funcionários mais antigos que são trocados usando-se tão somente o conceito salário acumulado em anos de trabalho e dedicação;

-a venda casada de produtos (empréstimos x seguros x capitalização x etc);

Ficamos por aqui…

Vejam abaixo os rankings (lembre-se que eles são falsos)

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Quando um Banco diz que tem no Brasil 10.000.000 de clientes , ele está considerando:

3.000.000 de clientes que fazem financiamento de veiculos .(maioria não tem conta corrente com ele)

2.000.000 de clientes que estão com contas encerradas,paralizadas ou bloqueadas com saldo zero ou seja não consomem produtos e custam.

1.000.000 são clientes que apenas recebem salários e sacam tudo, não consumindo produtos.Via de regra são forçados a terem conta em virtude de convênio de pagamento da folha do seu empregador.

2.000.000 são contas de poupança,remuneradas e que não pagam tarifas

2.000.000 são clientes correntistas que consomem mais de um produto e olhe lá. Esses clientes são aqueles que pagam as mais altas tarifas. ( são literalmente esfolados)

Me lembro de quando o Banco Real (antigo) lançou uma big campanha para conquistar 2.000.000 de clientes. Ao final de um ano mais da metade já havia encerrado as contas e continuava como conta ativa. O objetivo era inflar a base para vender bem o Banco para os holandeses do ABN.

E conseguiram…e o ABN,prá não mostrar o problema,continuou (ou continua) mantendo as tais contas em sua base.

A realidade é essa….duvídam?

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É por isso que Bancos como  o dos Espanhois adoram o Brasil.Aqui se ganha muito e de forma muito fácil…

Em 12 meses de crise financeira global, o chamado spread bancário custou R$ 261,7 bilhões às empresas e consumidores brasileiros, cujo pagamento deve ser feito ao longo de dois anos. Se a diferença entre a taxa de juros cobrada por bancos e financeiras e a taxa que eles pagam para captar recursos (spread) seguisse os padrões internacionais, esse custo cairia para R$ 71,5 bilhões, o que representa uma redução de R$ 190,2 bilhões.

As informações são de um estudo inédito feito por José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Feito com base em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o trabalho mostra que o spread médio brasileiro é o maior em um grupo de 40 países cujas metodologias de cálculo dos juros se assemelham à adotada pelo Banco Central do Brasil (média ponderada).

Em agosto, o spread médio cobrado no País era de 26,77 pontos porcentuais, enquanto no Chile estava em 6,04 pontos e na Itália, em 4,39 pontos. O custo mais baixo foi apurado no Japão, onde o spread representava apenas 1,28 ponto porcentual. “Confirmamos o que já é um consenso: o spread brasileiro é uma aberração”, afirma Roriz Coelho.

De acordo com ele, mais preocupante que isso é o “gigantesco custo” que o spread representa para os brasileiros. Supondo que todo o crédito concedido no período analisado (entre agosto de 2008 e setembro de 2009) fosse pré-fixado, o trabalho indica que a diferença entre o spread do Brasil e o da média dos cinco países da amostra que constam no Índice Fiesp de Competitividade das Nações (Chile, Itália, Japão, Malásia e Noruega) representa um custo adicional ao País de R$ 227 bilhões.

“Isso equivale a 42,6% de tudo o que é investido no Brasil em formação bruta de capital fixo e a 12,3% do consumo das famílias”, diz o diretor da Fiesp.

COMPETITIVIDADE

Roriz Coelho admite que a comparação com os países não é exata. Mas argumenta que os números se aproximam bastante da realidade, já que, do montante de R$ 1,873 trilhão em créditos novos concedidos no País entre setembro de 2008 e agosto de 2009, nada menos que R$ 1,405 trilhão refere-se a operações pré-fixadas, o que representa 77% do valor global.

Nesse período, de acordo com o trabalho, os brasileiros pagaram spread médio de 28,4 pontos porcentuais, oito vezes mais alto que o valor cobrado nos cinco países que constam do índice de competitividade da Fiesp, cujo spread médio no período foi de 3,5 pontos porcentuais. Entre todos os 40 países pesquisados, essa média ficou em 7,3 pontos porcentuais.

Para o diretor da Fiesp, a consequência disso é a perda da competitividade do produto brasileiro. “A redução do spread bancário para níveis adequados liberaria recursos para mais investimentos e consequentemente haveria melhora de produtividade”, diz. “Assim, reduziria pressões inflacionárias e permitiria o aumento sustentado da nossa competitividade, com maior geração de renda e mais emprego”.

Em outubro, último dado divulgado pelo Banco Central, o spread já estava em 25,97 pontos porcentuais, abaixo dos 26,4 pontos observados em setembro de 2008, período que antecedeu o aprofundamento dos efeitos no País da crise financeira mundial. Mesmo assim, o spread representou 72,9% do valor dos juros para o total das operações de crédito livre em outubro.

“Não existem razões para essa brutal diferença nos spreads bancários brasileiros em relação a todos esses países comparados”, afirma Roriz Coelho. “Primeiro porque o risco Brasil hoje é muito menor do que era cinco anos atrás”, analisa.

ESCALA

A inadimplência, que representa 37,4% da composição do spread bancário – o maior peso entre os componentes -, aumentou menos no Brasil do que nos países analisados, informa Roriz Coelho. Além disso, diminuiu o volume de recursos para provisões de crédito inadimplentes nos últimos cinco anos, o que significa menor custo para os bancos.

Para o diretor da Fiesp, também não se pode atribuir o elevado nível do spread bancário aos custos administrativos. “O volume de crédito concedido no Brasil vem de um contínuo crescimento desde 2002, e não é menor do que o dos países comparados. Portanto, não temos problema de escala”, avalia.

Por último, enumera o diretor, a carga tributária diminuiu com a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Já o compulsório remunerado foi reduzido para os níveis de 2001, enquanto o compulsório não remunerado, de maior custo para os bancos, está em seus menores níveis desde o início da década.

FRASES

José Roriz Coelho
Diretor da Fiesp
“Confirmamos o que já é um consenso: o spread brasileiro é uma aberração”

“Não existem razões para essa brutal diferença nos spreads bancários brasileiros em relação a todos esses países comparados. Primeiro porque o risco Brasil hoje é muito menor do que era cinco anos atrás”

“A redução dos spreads para níveis adequados liberaria recursos para mais investimentos”

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Henrique Meirelles diz que caso de Dubai não deve preocupar Brasil

POSTADO ÀS 16:10 EM 27 DE Novembro DE 2009

Da Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou hoje (27) que a moratória anunciada pelo governo de Dubai para pagamento de dívidas do fundo de investimentos Dubai World não deve preocupar o governo e os bancos brasileiros. Para Meirelles, o evento é um alerta contra o “excesso de euforia”.

“O problema do excesso de euforia é quando se acha que não tem mais problema nenhum no mundo inteiro e o primeiro problema mais importante gera o efeito contrário”, disse Meirelles.

Para ele, problemas como esse de Dubai ainda podem ocorrer em todo o mundo, mas não são tão preocupantes, nem devem gerar colapso no sistema financeiro global porque os bancos internacionais estão tomando providências para enfrentar situações como essas.

“O ambiente hoje é de cuidado, preocupação. Alguns bancos devem perder recursos nessa instituição [Dubai World], mas não é algo que possa lembrar episódios passados”, disse.

No Brasil, entretanto, afirmou Meirelles, os efeitos deverão ser pequenos porque o país não está “exposto a esse fundo ou a esse tipo de problema”. Ele acrescentou que o país está, além disso, “preparado para enfrentar oscilações de humor” do mercado internacional. “O Brasil está com todo o arsenal de medidas de combate à crise em ordem, pronto, preparado”, completou.

De acordo com Meirelles, o Banco Central acertou em sua política de continuar acumulando reservas. “Esse episódio do fundo de Dubai mostra o acerto de políticas do BC de continuar acumulando reservas, mostrando que há incertezas à frente no mercado internacional. E o fato de termos reservas é sinal de maior força e confiança na economia brasileira”, concluiu

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No meio rural são comuns os casos de agricultores que financiam sua produção com linhas de custeio ou investimento e se vêem envolvidos em uma situação pouco confortável. A “venda casada” de produtos oferecidos pelo banco costuma ocorrer durante a negociação da liberação do contrato, como forma de induzir o cliente à aquisição de títulos de capitalização, cartões de crédito, seguros de vida, entre outros. Não é incomum também a retenção de parte do financiamento para ser aplicada em poupança, fundo de investimento e até em previdência privada. O “cardápio” vai variar de acordo com as metas a serem cumpridas pela agência.

A atitude é tão comum que parece ter sido incorporada à rotina de algumas instituições financeiras e, sem perceber, o consumidor se tornou refém de uma prática ilegal. No município de Coronel Vivida, sudoeste do estado, um produtor rural que prefere não ser identificado, procurou o banco em dezembro do ano passado para a retirada de um financiamento já contratado. Para sua surpresa, a liberação do dinheiro estava condicionada à transferência dos seguros dos automóveis da família para aquela instituição. “O funcionário encarregado ficou de posse dos boletos para acompanhar os vencimentos e fazer a renovação pelo banco”, conta o produtor que inicialmente resistiu à solicitação, mas por fim se viu obrigado a ceder para ter acesso ao dinheiro: “Eles pressionam demais”.

A advogada do PROCON, Cláudia Silvano alerta que “condicionar a concessão de crédito à aquisição de outros produtos do banco é prática expressamente proibida pelo Código de Defesa do Consumidor”. De acordo com a Procuradoria de Defesa do Consumidor o registro de reclamações nesse sentido só não é maior porque os consumidores temem retaliações diante da necessidade do financiamento.

O desconhecimento da legislação é outro aspecto que facilita a prática. Não existe obrigatoriedade em fazer títulos de capitalização, adquirir cartões de crédito, consórcios ou aderir aos planos de previdência privada para se obter financiamento junto aos agentes financeiros, com exceção dos financiamentos de bens quando é obrigatório a contratação de seguro para cobrir a garantia dada no contrato.

A prática utilizada pelos bancos conhecida como venda casada expressamente proibida pelo Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. A venda casada também é terminantemente proibida pelo Artigo 17 da Resolução 2878 do Banco Central do Brasil (BACEN). No que concerne às práticas reiteradas das instituições financeiras, onde se condiciona, por exemplo, a concessão de um empréstimo à contratação de um seguro de vida, conclui-se que essas práticas são consideradas abusivas, e portanto, devem ser coibidas.

De acordo com a Cláudia Silvano, o cliente, mesmo após a contratação do serviço pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, buscando judicialmente a nulidade de tal contratação e devolução de toda quantia paga indevidamente. Quem infringe o CDC está sujeito a multas que variam de R$ 200,00 a R$ 3 milhões. O valor será estipulado de acordo com a gravidade da infração, danos ao consumidor e capacidade econômica do infrator. A reclamação deve ser formalizada junto ao PROCON.

Outra forma eficiente de denúncia é acionar o Banco Central do Brasil – BACEN, que mantém um ranking mensal de registro de reclamações a instituições financeiras de todo o país.

Serviço:

BACEN

Centrais de Atendimento do Banco Central:

Ligação gratuita: 0800-992345 horário de atendimento por telefone: 9h às 16h

Denúncia e reclamação via internet:

http://www.bcb.gov.br/FALECIDADAO


PROCON-PR

Ligação gratuita: 0800-41-1512

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