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Archive for fevereiro \28\UTC 2010

Comprovante de uma remessa via doleiros (arquivos do DSGonline)

Do paraíso fiscal para o Brasil
Justiça brasileira determina sequestro de bens de oito envolvidos no caso Alstom. Um deles teria US$ 10 milhões em contas na Suíça

LEANDRO LOYOLA

Investigado há um ano, o caso que envolve as suspeitas de pagamento de propina da empresa francesa Alstom para funcionários públicos do governo de São Paulo começa a produzir punições concretas. A Justiça determinou na quinta-feira (6), o sequestro de bens de oito pessoas acusadas de participação no esquema. Os mais atingidos são o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Róbson Marinho, e o ex-secretário de Transportes Metropolitanos Jorge Fagali Neto. Marinho teria o equivalente a US$ 1 milhão depositados em contas na Suíça. Fagali, de acordo com o Ministério Público do Estado de São Paulo, teria cerca de US$ 10 milhões em bancos na Suíça.

Marcio Fernandes

SOB INVESTIGAÇÃO
O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Róbson Marinho teria o equivalente a US$ 1 milhão depositados em contas na Suíça

A Alstom é acusada na Suíça, na França e no Brasil de ter pago propina a funcionários públicos e políticos para vencer licitações durante os governos de Luiz Antônio Fleury, Mário Covas e Geraldo Alckmin. A empresa era – e ainda é – fornecedora de trens para o Metrô e equipamentos para usinas hidrelétricas. De acordo com as investigações dos promotores, Jorge Fagali Neto e Róbson Marinho estariam, até agora, entre os maiores beneficiados por esquema de subornar funcionários.

Segundo investigações feitas na Suíça, Fagali teria o equivalente a US$ 10 milhões em contas no país. As autoridades do país bloquearam US$ 7,5 milhões deste total porque os valores seriam “incompatíveis” com a sua renda. Fagali trabalhou na Cesp e foi secretário de Transportes Metropolitanos durante o governo de Luiz Antônio Fleury Filho (1991-95). De acordo com seu advogado, Belisário Santos Júnior, Fagali afirmou ao Ministério Público nunca ter participado de qualquer contratação relacionada à Alstom. A decisão judicial bloqueia também US$ 1 milhão que estariam depositados em contas do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Róbson Marinho, na Suíça. Antes de chegar ao Tribunal, Marinho foi secretário de Governo do governador Mário Covas (1995-2001). No inquérito, Marinho é acusado de ter recebido propina para ajudar a Alstom em um negócio de R$ 110 milhões. Marinho nega ter conta na Suíça ou em qualquer outro país no exterior.

A juíza Maria Gabriella Pavlópoulos Spaolonzi, da 13ª Vara da Fazenda Pública, em São Paulo, concedeu liminar a um pedido feito pelos promotores Sílvio Marques, Saad Mazloum e Mário Sarrubbo, do Ministério Público do Estado de São Paulo. Ela determinou também o sequestro dos bens de 12 empresas e pediu cópias de documentos de dois processos sobre o caso, que correm na Suíça e na França. De acordo com os promotores, os documentos vão ajudar a esclarecer o caso no Brasil. O objetivo da ação dos promotores é recuperar o dinheiro que teria sido pago como propina. Um outro inquérito, criminal, para responsabilizar os acusados, é conduzido no Ministério Público Federal pelo procurador Rodrigo de Grandis.

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Só dinheiro limpo
Só dinheiro limpo

Do site:www.paulohenriqueamorim.com.br

Por sugestão do amigo navegante Stanley Burburinho:

A Suíça agora só quer dinheiro “limpo”

O governo suíço envia ao Parlamento proposta de reforma na legislação para deixar de ser paraíso fiscal


Mudanças na legislação fiscal da Suíça podem afetar políticos e empresários em todo o mundo. Pressionado, o país tenta reformar suas leis para deixar de ser classificada como um paraíso fiscal. Em uma decisão considerada como uma verdadeira revolução, o governo suíço anunciou na quinta-feira (25) que não quer mais receber dinheiro estrangeiro em seus bancos que não tenham sido declarados ao fisco de seus países de origem.

O pacote de mudanças fiscais foi encaminhado ao Parlamento. A briga do governo para conseguir reformar a legislação enfrenta, entretanto, grande resistência. A oposição defende o segredo bancário e já avisou que vai lutar para evitar a aprovação das leis.

Leia matéria completa no site da Época

Nota do DSG online :Bancos brasileiros que atuam em parcería com doleiros como o Delta Bank,Credit Suisse,UBS,etc. terão que informar detalhes dos seus clientes para as autoridades.E isso eles não gostam e não querem fazer por razões óbvias.

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Guerra: Após lançamento, José Serra crescerá nas pesquisas

Do Terra Magazine

A mais recente pesquisa de intenções de voto, realizada pelo Datafolha, consolidou o crescimento da candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em todos os cenários eleitorais.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, não demonstrou preocupação ou surpresa diante dos novos números. “O crescimento está previsto pro lado deles”, desfaz. “Depois nós vamos ter televisão, vamos ter candidato, vamos ter lançamento e eles não terão”.

A pesquisa Datafolha, realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro, aponta que a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, alcançou 28% das intenções de voto. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), tem 32% das intenções. A diferença entre Dilma e Serra caiu de 14 para 4 pontos percentuais, em comparação com a  última pesquisa do Datafolha, publicada em dezembro do ano passado.

– Já faz um mês que o PT festeja empate técnico entre Dilma e Serra e até agora não se deu. Com aquelas pesquisas que saíram há quase um mês, Vox Populi e CNT/Sensus, eles falavam em empate técnico e agora, um mês depois, não tem empate técnico nenhum – constata o senador tucano.

Leia a entrevista com o presidente do PSDB, Sérgio Guerra.

Terra Magazine – A que se deve esse crescimento da ministra Dilma?
Sérgio Guerra – Nesse último período, todo o conjunto da oposição se mostrou, o programa do PSB, o programa do PV, o lançamento da Dilma, com direito a divulgação intensa. Do nosso lado, não houve nenhuma iniciativa. As nossas iniciativas virão depois com o lançamento do nosso candidato e a divulgação da propaganda partidária.

O senhor avalia que esse crescimento deve continuar?
O crescimento está previsto pro lado deles, mas pro nosso lado não tem muita coisa ainda.

Não é arriscado para o PSDB aguardar?
Depois nós vamos ter televisão, vamos ter candidato, vamos ter lançamento e eles não terão. E não terão governo.

Ainda há uma especulação em torno de uma chapa com o governador Aécio Neves. Isso poderia reverter esse crescimento?
Olha, essa questão de vice… É evidente que Aécio acresce a qualquer chapa, à nossa também. O fundamental é a gente cumprir nosso programa sem preocupação, com traquilidade. Eles projetaram a ação para agora. Nós projetamos para daqui a pouco e é assim que se dá. A única coisa que aconteceu de diferente neste último período, um fato muito importante, foi que eles fizeram campanha o tempo todo com recurso público e a Justiça Eleitoral não proibiu isso. E, segundo, alguns problemas surgiram na nossa área que independem de nós, como as chuvas em São Paulo. O que está por aí é o que a gente imaginava que fosse acontecer. Mas é bom anotar que, sem Ciro, a nossa diferença sobe pra 7%. Pode anotar aí.

A estratégia do PSDB não muda apesar dessa nova pesquisa?
Não, a gente não pode trabalhar assim. Já faz um mês que o PT festeja empate técnico entre Dilma e Serra e até agora não se deu. Com aquelas pesquisas que saíram há quase um mês, Vox Populi e CNT/Sensus, eles falavam em empate técnico e agora, um mês depois, não tem empate técnico nenhum. Então, nós levamos a sério a pesquisa do Datafolha.

O senhor considera que as denúncias de corrupção no DF e em São Paulo influenciaram os resultados da pesquisa?
Não. O eleitorado diretamente afetado é o de Brasília. Porque, em Brasilia, quem faliu não foi o DEM, foi a política. A política lá está muito ruim, de maneira geral. A sociedade toda entendeu aquele negócio lá não como do DEM ou de outro partido qualquer, mas como uma questão da política. Mais um ato impróprio política, mais um erro da política, dos políticos

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Datafolha espontânea: Dilma 10% x 7% Serra

A pesquisa é aquela que apenas em quem o eleitor pretende votar para presidente, sem citar nenhum nome de candidato, nem mostrar nenhuma cartela para escolha. Por isso é a intenção de voto que representa melhor quem já está decidido quanto ao voto, e dificilmente mudarão de candidato.

Dilma já aparece na frente, na pesquisa espontânea, com 10% contra 7% de Serra.

Mas essa diferença amplia muito se considerarmos os 10% que responderam que irão votar em Lula (portanto ainda não sabem que Lula não será candidato), além dos 4% que responderam Candidato do Lula (não sabem ainda que Dilma é a candidata de Lula). Esses votos migrarão maciçamente para Dilma assim que souberem que ela é a candidata. Somando estes números, indica que Dilma tem algo em torno de 24% na espontânea contra 7% de Serra.

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Datafolha 2º turno: Serra 45% x 41% Dilma

Nas últimas pesquisas do Sensus e do Vox Populi, Dilma já aparecia empatada tecnicamente no 1º turno, mas Serra ainda tinha uma dianteira razoável no 2º turno, com uma diferença acima de 10 pontos.

Pois isso acabou. Na pesquisa sobre em quem votaria no 2º turno, Dilma já aparece colada com Serra:

Serra: 45%
Dilma: 41%

Diferença: 4%

No Datafolha de 2 meses atrás era:

Serra: 49%
Dilma: 34%

Diferença: 15%

Agradecimentos ao amigo leitor José Carlos por ter enviado as imagens

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Arruda redigiu manuscrito com ‘acusações’ ao DEM

Documento tem 12  folhas e foi  entregue a  advogadosEntre os ‘alvos’ estão  Rodrigo,  Agripino e DemóstenesInformados, parlamentares dizem não recear ameaças

Elza Fiúza/ABr

Detido há 18 dias, o governador afastado do DF, José Roberto Arruda, dedicou parte de seu tempo na prisão à redação de um manuscrito.

Acomodado em 12 folhas, o texto contém “acusações” de Arruda contra seu ex-partido, o DEM. Menciona expoentes da legenda.

Entre eles o presidente da agremiação, deputado Rodrigo Maia (RJ); e os senadores Agripino Maia (RN), líder no Senado; e Demóstenes Torres (GO).

Neste sábado (27), segundo apurou o blog, Arruda entregou o documento a uma dupla de advogados que o visitou na superintendência da PF, em Brasília.

Os visitantes integram a equipe do escritório do criminalista Técio Lins e Silva, do Rio, contactado para reforçar a defesa do preso.

Encontraram um Arruda que, a despeito do convívio com a perpsectiva da detenção longeva e a ameaça de impeachment, revelou-se avesso à idéia da renúncia.

Ao contrário, Arruda pareceu pintado para a guerra. O manuscrito de teor acusatório foi ao cofre do escritório de advocacia.

Não há, por ora, informações nem sobre o teor da peça nem sobre os reais propósitos do autor, trancafiado numa sala da PF desde 11 de fevereiro.

Informados pelo repórter, na noite passada, acerca da existência do texto de Arruda, Rodrigo, Agripino e Demóstenes reagiram.

“Não faço idéia do que ele vai inventar”, disse Rodrigo Maia. “Não posso comentar algo que não sei o que é”.

Um dos autores do requerimento que levou Arruda a se desfiliar do DEM para evitar a expulsão, Demóstenes Torres foi à jugular:

“Em relação a mim, não há de ser nada além de um Fernandinho Beira Mar falando do juiz que o condenou. No meu caso, topo a briga”.

“A meu respeito, ele não tem o que inventar”, ecoou Agripino Maia, que também advogou a expulsão de Arruda. “Não tenho nenhuma relação com ele”.

As ameaças de Arruda frequentam os subterrâneos do DEM desde o dia em que o partido passara a considerar a idéia de expurgá-lo de seus quadros.

Pela primeira vez, o diz-que-diz ganha a forma de um texto. Mas a ausência de divulgação conserva as supostas denúncias ainda no campo da chantagem.

Nos últimos dias, Arruda estendeu as ameaças aos integrantes da pluripartidária bancada do panetone, com assento na Câmara Legislativa do DF.

Na sexta (26), uma comissão especial do legislativo brasiliense abriu, em votação unânime, o processo de impeachment contra Arruda.

Nesta semana, o pedido de cassação passará pelo segundo estágio, uma votação no plenário. A perspectiva é de aprovação.

Diante da evidência de abandono, Arruda mandou dizer aos aliados que claudicam que pode arrastá-los para o centro do escândalo, incriminando-os.

No que diz respeito à bancada distrital, os arroubos de Arruda fazem nexo, já que o impeachment é matéria ainda pendente de deliberação.

Dá-se o oposto em relação às baterias que Arruda aponta na direção da cúpula do DEM.

Agripino Maia realça o fato de que o partido não se dobrou às ameaças veladas que Arruda já fazia antes de redigir seu manuscrito, indicando-lhe a porta de saída.

Um sinal de que prevaleceu na legenda o grupo disposto a tratar Arruda com desassombro.

Na fase em que era festejado como único governador eleito pelo DEM no pleito de 2006, Arruda ajudou a fornir as arcas da legenda.

Na campanha municipal de 2008, direcionou doações de empresários com negócios no GDF para o diretório nacional do partido.

Quanto? O DEM informa que não foi muito, mas ainda não se animou a trazer a público uma cifra.

Dos cofres nacionais, a verba provida por Arruda foi rateada, junto com outras doações, entre diretórios de municípios nos quais o DEM disputava prefeituras.

A direção do partido sustenta que não recebeu um mísero centavo por baixo da mesa. Tudo teria sido feito como manda a lei: com recibo e escrituração formal.

Entre as prefeituras que disputou, o DEM priorizou 14, assentadas em cidades-pólo e capitais. Entre elas São Paulo e Rio de Janeiro.

Arruda teria solicitado que as verbas obtidas por seu intermédio não custeassem nem a campanha de São Paulo nem a do Rio. Por quê?

O governador argumentara que o DEM detinha as prefeituras dessas duas praças. Por isso, teria codições de obter doações por conta própria, sem a ajuda dele.

Nos próximos dias, vai-se saber se o texto produzido por Arruda é coisa a ser tomada a sério.

Alerdeado como bala de prata, o documento pode se converter em mero festim se permanecer guardado nos cofres da banca advocatícia.

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Serra está condenado a não sair dos 30%

Vai tomar um energético, meu filho

Vai tomar um energético, meu filho

Vai tomar um energético, meu filho

Serra está condenado a nao sair dos 30%

Saiu no Vermelho:

Data-da-Folha: diferença entre Serra e Dilma é de apenas 4 pontos.

Serra só faz cair.

Navalha do Conversa AfiadaO Conversa Afiada não acredita em pesquisa eleitoral.Ainda mais num pais em que duas instituições monopolizam a expectativa eleitoral de 190 milhoes de habitantes: o Data-da Folha (*) e o Globope.O Conversa Afiada acredita, porém, em tendências.Por exemplo, o Conversa Afiada acredita que a questão federativa se imporá nessa eleição e, portanto, o Brasil não elegerá um paulista Presidente da República nem que seja uma cruz de Julio Cesar com Jesus Cristo.

Logo, o Vesgo do Pânico tem mais chance de ser Presidente do que o Zé Alagão.

Zé Alagão é candidato de si mesmo.

Ele não representa ninguém.

A outra tendência que o Conversa Afiada registra é o limite superior dos candidatos da UDN.

A UDN tem 30% dos votos.

O Brigadeiro Eduardo Gomes, Serra (perdeu e 39 a 61% para Lula) e Geraldo Alckmin (perdeu de 39 a 61% para Lula).

Só um candidato travestido da UDN pode ter mais do que isso: Janio Quadros, Collor ou FHC, que se vestiu de inimigo número um da hiper-inflação.

Os alemães elegeram Hitler para evitar a hiper-inflação.

Os brasileiros elegeram FHC uma vez.

Na segunda eleição, quem o elegeu foi o Bill Clinton.

Uma semana depois de re-eleito, fez o que jurou que não faria: desvalorizou o Real.

Um udenista de corpo e alma, como José Serra, que não representa nada, que não defende uma única idéia original – esse udenista não passa de 30%.

Como todo o apoio do PiG, do Data-da-Folha e do Globope: não passa de 30%.

É por isso que o Oráculo de Delfos tem razão: Serra não será candidato a Presidente da República.

E, se ficar, o Ciro pega; se correr a Dilma come.

Se o Zé Alagão acredita no Data-da-Folha, por que ele não diz que é candidato a Presidente ?

Sabe por que, amigo navegante ?

Porque o Zé Alagáo é o Jim Jones dos tucanos.

Paulo Henrique Amorim

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