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Archive for novembro \30\UTC 2009

Boa Viagem 3 025
Parte 1- O Dr.FARUPAS era , como de costume, candidato a reeleição para Governador da província de Paranu e tinha muitas chances de vitória no primeiro turno.Nos últimos quatro anos ele contou com muitos recursos da Governo central e pôde realizar obras e mais obras, algumas delas de muita visibilidade e importância para a população do interior, embora caríssimas e dizem até que superfaturadas. Ao que parece, em Paranu os políticos são especialistas em gerar obras para grandes empreiteiras e prestadores de serviços locais com um sobrepreço nunca inferior a 10%.O Dr. FARUPAS sempre escuta muito seus interlocutores mas raramente fala alguma coisa.É um politico a moda antiga, astuto observador do cenário regional,profundo conhecedor da politica e da politicagem no seu terreiro e conta com uma equipe de colaboradores fieis e outros nem tanto.No meio destes há também honestos e nem tão honestos, mas todos tem uma característica muito própria da província: são pucha sacos e atrelados à máquina pública. Aliás a província de Paranu é conhecida e reconhecida pelo apetite por cargos dos seus políticos tradicionais e pelos importantes prejuízos causados por estes à SUDEPA (Superintendência do Desenvolvimento de Paranu) em seus auréos tempos.

O Dr. FARUPAS sabe de tudo isso e em off até rí do apetite de seus correligionários e para a imprensa sempre diz não ter apego ao cargo de Governador, mas no fundo todos sabem que a coligação existente na província foi idealizada por ele com o objetivo de perpetuar-se no poder por um longo tempo e ela só se mantem graças a ele. Ainda não é possível dizer que a oposição venha,num futuro próximo, assumir o poder principal na província. A coligação vai continuar reinando em Paranu por um bom tempo, ainda que com pequenas briguinhas passageiras.

O Dr. FARUPAS estava muito preocupado com as finanças da campanha que havia iniciado para a sua reeleição pois as doações oficiais já tinham praticamente acabado e as grandes dívidas e certamente uma poupança deveria ser equacionada ( os políticos adoram esta palavra). Afinal qual é o politico que não guarda uma sobra de dinheiro da campanha. É também por isso que existe o famoso caixa 2 ou como dizia o Dr.Dilúvio : dinheiro não contabilizado.

Era preciso encontrar grandes financiadores, com interesses importantes na província e sabidamente ansiosos para manterem suas atividades na região, com uma boa rentabilidade. Dr.Farupas conhecia pelo menos umas treis empresas de grande porte que poderiam aportar muito dinheiro para a campanha, sem o registro no TEP.(Tribunal Eleitoral de Paranu).Na hora da captação de fundos extras e não contabilizados o Dr.FARUPAS não gostava de aparecer . A imagem de um politico sério, conservador,honesto,imune a qualquer tipo de suspeita tinha que ser mantida custe o que custar e é nessas horas que ele chama o seu fiel escudeiro Dr. COBRILDO , seu companheiro de chapa e membro principal do outro partido da coligação. Serviços confidenciais e financiamento via recursos não contabilizados é com o Dr. COBRILDO que sabidamente tem uma equipe muito bem estruturada, de confiança e altamente consciente de que na era pós FARUPAS são eles que vão assumir o poder na provincia Paranuense.
O principal assessor do Dr.Cobrildo é o Dr. Jofenu que já tinha inclusive trabalhado com ele à época em que era representante de Paranu no Governo Central.Dr.Jofenu é um especialista em licitações e montagens de operações estruturadas com a finalidade de encobrir as doações de recursos não contabilizados.
Dr.Jofenu é um cara discreto, devota uma fidelidade canina ao Dr.Cobrildo, é muito desconfiado e nunca dá seu número de telefone celular, mas em conversas reservadas demonstra um grande apetite por dinheiro e um conhecimento profundo da máquina pública de Paranu.
Dr.Cobrildo chama então Dr.Jofenu para uma primeira reunião com o objetivo de estruturar uma forma urgente de captação de recursos para o caixa da campanha do Dr.Farupas.

O dinheiro precisa entrar logo, avisa o Dr.Cobrildo ao Dr.Jofenu, já com a certeza de saber qual será o primeiro e grande doador a ser abordado.

Ah. o Dr.Cobrildo sabia também que o Dr.Jacobino, Diretor local deste grande doador, era um bunda mole, medroso e louco para ganhar uma futura concorrência e mostrar para sua casa matriz que ele era o ” bonzão “, o cara apto a voltar para a matriz de onde foi injustamente afastado, segundo ele. Para ganhar o contrato da Provincia de Paranu ele se dispunha a tudo, mas tudo mesmo pois era uma questão de sobrevivência e futuro.

Dr. Cobrildo sabia exatamente o ponto fraco do doador e do seu Diretor local e aproveitava bem isso. E como aproveitava.Todo tiro era um tiro certeiro

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Henrique Meirelles diz que caso de Dubai não deve preocupar Brasil

POSTADO ÀS 16:10 EM 27 DE Novembro DE 2009

Da Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou hoje (27) que a moratória anunciada pelo governo de Dubai para pagamento de dívidas do fundo de investimentos Dubai World não deve preocupar o governo e os bancos brasileiros. Para Meirelles, o evento é um alerta contra o “excesso de euforia”.

“O problema do excesso de euforia é quando se acha que não tem mais problema nenhum no mundo inteiro e o primeiro problema mais importante gera o efeito contrário”, disse Meirelles.

Para ele, problemas como esse de Dubai ainda podem ocorrer em todo o mundo, mas não são tão preocupantes, nem devem gerar colapso no sistema financeiro global porque os bancos internacionais estão tomando providências para enfrentar situações como essas.

“O ambiente hoje é de cuidado, preocupação. Alguns bancos devem perder recursos nessa instituição [Dubai World], mas não é algo que possa lembrar episódios passados”, disse.

No Brasil, entretanto, afirmou Meirelles, os efeitos deverão ser pequenos porque o país não está “exposto a esse fundo ou a esse tipo de problema”. Ele acrescentou que o país está, além disso, “preparado para enfrentar oscilações de humor” do mercado internacional. “O Brasil está com todo o arsenal de medidas de combate à crise em ordem, pronto, preparado”, completou.

De acordo com Meirelles, o Banco Central acertou em sua política de continuar acumulando reservas. “Esse episódio do fundo de Dubai mostra o acerto de políticas do BC de continuar acumulando reservas, mostrando que há incertezas à frente no mercado internacional. E o fato de termos reservas é sinal de maior força e confiança na economia brasileira”, concluiu

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No meio rural são comuns os casos de agricultores que financiam sua produção com linhas de custeio ou investimento e se vêem envolvidos em uma situação pouco confortável. A “venda casada” de produtos oferecidos pelo banco costuma ocorrer durante a negociação da liberação do contrato, como forma de induzir o cliente à aquisição de títulos de capitalização, cartões de crédito, seguros de vida, entre outros. Não é incomum também a retenção de parte do financiamento para ser aplicada em poupança, fundo de investimento e até em previdência privada. O “cardápio” vai variar de acordo com as metas a serem cumpridas pela agência.

A atitude é tão comum que parece ter sido incorporada à rotina de algumas instituições financeiras e, sem perceber, o consumidor se tornou refém de uma prática ilegal. No município de Coronel Vivida, sudoeste do estado, um produtor rural que prefere não ser identificado, procurou o banco em dezembro do ano passado para a retirada de um financiamento já contratado. Para sua surpresa, a liberação do dinheiro estava condicionada à transferência dos seguros dos automóveis da família para aquela instituição. “O funcionário encarregado ficou de posse dos boletos para acompanhar os vencimentos e fazer a renovação pelo banco”, conta o produtor que inicialmente resistiu à solicitação, mas por fim se viu obrigado a ceder para ter acesso ao dinheiro: “Eles pressionam demais”.

A advogada do PROCON, Cláudia Silvano alerta que “condicionar a concessão de crédito à aquisição de outros produtos do banco é prática expressamente proibida pelo Código de Defesa do Consumidor”. De acordo com a Procuradoria de Defesa do Consumidor o registro de reclamações nesse sentido só não é maior porque os consumidores temem retaliações diante da necessidade do financiamento.

O desconhecimento da legislação é outro aspecto que facilita a prática. Não existe obrigatoriedade em fazer títulos de capitalização, adquirir cartões de crédito, consórcios ou aderir aos planos de previdência privada para se obter financiamento junto aos agentes financeiros, com exceção dos financiamentos de bens quando é obrigatório a contratação de seguro para cobrir a garantia dada no contrato.

A prática utilizada pelos bancos conhecida como venda casada expressamente proibida pelo Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor. A venda casada também é terminantemente proibida pelo Artigo 17 da Resolução 2878 do Banco Central do Brasil (BACEN). No que concerne às práticas reiteradas das instituições financeiras, onde se condiciona, por exemplo, a concessão de um empréstimo à contratação de um seguro de vida, conclui-se que essas práticas são consideradas abusivas, e portanto, devem ser coibidas.

De acordo com a Cláudia Silvano, o cliente, mesmo após a contratação do serviço pode recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, buscando judicialmente a nulidade de tal contratação e devolução de toda quantia paga indevidamente. Quem infringe o CDC está sujeito a multas que variam de R$ 200,00 a R$ 3 milhões. O valor será estipulado de acordo com a gravidade da infração, danos ao consumidor e capacidade econômica do infrator. A reclamação deve ser formalizada junto ao PROCON.

Outra forma eficiente de denúncia é acionar o Banco Central do Brasil – BACEN, que mantém um ranking mensal de registro de reclamações a instituições financeiras de todo o país.

Serviço:

BACEN

Centrais de Atendimento do Banco Central:

Ligação gratuita: 0800-992345 horário de atendimento por telefone: 9h às 16h

Denúncia e reclamação via internet:

http://www.bcb.gov.br/FALECIDADAO


PROCON-PR

Ligação gratuita: 0800-41-1512

Read Full Post »

venda_casada_siteO Banco Real (atual Banco Santander) faz venda casada de produtos.Veja um exemplo abaixo de um Empréstimo com o sugestivo nome de REAL CREDITO EXCLUSIVO que é ofertado via internet ou através do Disque Real. Ouso pensar que FB não sabe disso.

No exemplo abaixo temos o caso de um cliente que tomou um empréstimo no valor de R$15.000,00 e que ao receber o comprovante percebe que na realidade o valor financiado foi de R$16.134,98.

A diferença foi um SEGURO REAL VIDA EM DIA empurrado goela abaixo do cliente e financiado a uma taxa igual à do próprio empréstimo e mais os tributos legais sobre o valor financiado.

santa

Pior: O tal Seguro REAL VIDA EM DIA parece ser a isca que garante ao cliente o direito ao famoso empréstimo REAL CRÉDITO EXCLUSIVO e só vale se as prestações estiver em dia, como o nome mesmo sugere.

Se o cliente morrer o seguro não vai para a familia e sim para o Banco.

Na realidade esse Seguro prestamista (que em última instancia deveria ser ofertado apenas aos clientes com idade super avançada e mesmo assim de forma opcional) deveria ser chamado pelo sugestivo nome de: REAL VIDA DO BANCO EM DIA.

O Banco mata o cliente com as taxas de juros e tarifas exorbitantes e ainda se aproveita do mesmo vendendo um seguro de vida  que no fundo só vai servir para o próprio Banco não perder o capital emprestado.

Muito bom…coisas do Brasil.

E como uma isca ainda mais maliciosa o seguro dá direito ao sorteio mensal de um prêmio de R$20.000,00 da Santander Capitalização.

Resumo da ópera ou melhor do REAL CRÉDITO EXCLUSIVO: Você pede um empréstimo e o Banco te vende um seguro e  também um sorteio e como resultado 3 empresas do grupo são beneficiadas:

O BANCO que vende o empréstimo Real Exclusivo;

A SEGURADORA REAL que vende o seguro, através do Banco;

A SANTANDER CAPITALIZAÇÃO que vende um titulo de capitalização (deve ser pago a ela com parte do custo do seguro) e sorteia o prêmio mensal.

Ou você pensa que não está pagando o “sorteio”.

Nota 1: Será que o Banco Central, a Receita Federal e o Procon sabem que isso ocorre?

Nota 2:Quantos milhares de brasileiros estão pagando este tipo de seguro e o sorteio contra a vontade?

Nota 3: Quantos milhões de Reais foram para a Receita das empresas afiliadas?

OS CLIENTES BRASILEIROS DEVEM FICAR MAIS EXPERTOS COM OS BANCOS OU ENTÃO CONTINUARÃO SENDO VÍTIMAS DE UM SISTEMA  FINANCEIRO PERVERSO,POUCO ÉTICO E CAPAZ DE TUDO PARA ESFOLAR SEUS CORRENTISTAS.

seguro

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Venda casada é proibida – veja o que fazer

Rizzatto Nunes

É impressionante ver como há empresários que se especializam em burlar as leis de proteção ao consumidor com o único e exclusivo objetivo de auferir lucro, mas uma espécie de lucro exagerado, sem fim. Atualmente, os maiores violadores do sistema são exatamente aqueles que não precisariam fazê-lo, pois seus ganhos já são por demais excessivos.

Aliás, no tema de hoje, a questão é antes de tudo moral, já que a violação é mais profunda: atinge a conduta, independentemente de a lei regulá-la.

* Abuso exagerado e repetido

Veja isto: nesta última semana, o zelador de um prédio aqui de meu bairro foi a uma agência bancária solicitar um empréstimo de R$ 500,00. Pediram-lhe toda a documentação de praxe e ele a levou. Aprovado o empréstimo, trouxeram-lhe o contrato e também outro documento para assinar: tratava-se de um seguro residencial. O zelador, então, disse que nem casa ele tinha, pois morava com sua família no apartamento pertencente ao condomínio.

Não adiantou: o funcionário do banco (parece que um subgerente ou coisa assim) disse que, para receber o empréstimo, ele tinha que fazer o seguro. E, olha, não foi pouca coisa. Para um empréstimo de apenas R$ 500,00 ¿enfiaram-lhe pela goela abaixo¿ (desculpem-me a expressão, mas ela é adequadíssima) R$ 64,20, ou o equivalente a 12,84% do total emprestado!

Muitas lições poderíamos tirar de simples episódio, tão corriqueiro como, infelizmente, qualquer assalto a mão armada em plena rua de uma cidade grande. Mas, todas elas nos jogam na cara esse lado estranho da condição humana que criou a hipocrisia e mais ainda o cinismo. Lendo-se a apólice de seguro, percebe-se a farsa, a comédia e a tragédia. Nosso zelador-consumidor (assim como qualquer um de nós) vive oprimido pelo abuso que as grandes corporações do capitalismo descontrolado lhe impinge. Ele, morador de um apartamento dentro do condomínio no qual trabalha, acabou fazendo seguro contra “incêndio, queda da raio e explosão” com coberturas contra “vendaval e fumaça” !

E foi obrigado a assinar um documento, do qual se lê: “declaro que este seguro está sendo adquirido por livre e espontânea vontade, por seu de seu interesse, sem qualquer vinculação com outro e/ou operação disponibilizada pelo banco…”

Quer mais? Está também escrito: “Declaro ter pleno conhecimento de que o presente bilhete será renovado automaticamente, por mais um ano, conforme disposto…” etc. Conclusão: o consumidor precisava de um pouquinho de lã, foi buscá-la e saiu tosquiado para a vida toda!

* Falta de consciência

Sempre que vejo abusos desse tipo, me vem à mente não só a imagem do empresário aproveitador e ganancioso, mas também a do funcionário que executa suas ordens. No caso do zelador, foi um empregado do banco que lhe impingiu o contrato de seguro abusivo. Esse mesmo empregado, que sabe muito bem que está abusando de um cidadão, ele próprio é também consumidor e certamente será enganado em algum lugar: numa loja, numa indústria, pelo serviço de transporte ou telefônico e por um banco! Trata-se daquilo que eu tenho intitulado de falta de ¿consciência de classe¿ do consumidor.

É essa falta de consciência que faz com que, no telemarketing ativo, o atendente viole a tranqüilidade do consumidor em seu lar e, muitas vezes, o engane com ofertas miraculosas; ou, no telemarketing passivo, faz com que o atendente se negue a fazer o cancelamento solicitado. É a mesma falta de consciência que faz com que o vendedor ofereça produtos com preços acima do que ele, afinal, poderia vender (as roupas poderiam ser adquiridas por menor preço, os eletrodomésticos idem etc); e é a mesma falta de consciência que faz o empregado do banco praticar o abuso contra o zelador.

A ironia é que, neste mercado que só conhece o lucro, todos esses ¿pequenos infratores¿ a mando de seus patrões violam o direito de outras pessoas no horário de seu trabalho, mas assim que vão às compras são também enganados.

De todo modo, é importante saber que, ao menos na questão da operação casada, a lei a regulou e o consumidor pode se proteger, conforme mostro a seguir.

* A operação casada é proibida

Quando o Código de Defesa do Consumidor proibiu que o fornecedor condicionasse o fornecimento do produto ou do serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço (e também proibiu a venda de quantidade mínima injustificada), estava dirigindo seu comando expressamente à prática das operações casadas já existentes no mercado brasileiro.

* O que é operação ou venda casada

A chamada operação casada ou simplesmente venda casada é uma imposição feita pelo fornecedor ao consumidor. Ela se dá quando o vendedor exige do consumidor que, para ele comprar um produto, tem que obrigatoriamente adquirir outro (o mesmo se dá com os serviços).

Algumas dessas operações são bem conhecidas. Dentre elas estão certas imposições feitas por bancos para abrir conta ou oferecer crédito, como, por exemplo, somente dar empréstimos se o consumidor fechar algum tipo de seguro (residencial, como o do zelador, ou seguro de vida). Outro exemplo é o do comerciante que só serve a bebida no bar se o consumidor comprar um prato de acompanhamento etc.

Esse tipo de operação pode também se dar quando o comerciante impõe quantidade mínima para a compra.

* O que fazer

Dependendo do tipo de operação, você pode aceitar a imposição e, em seguida, anular parte dela. Por exemplo, se for caso de banco que exige que você faça um seguro para obter um empréstimo, você pode primeiro obter o empréstimo e, depois, cancelar o seguro. A solução, no caso, é mandar uma carta/notificação tratando do abuso e cancelando o seguro (você pode obter um modelo de carta em meu site, cujo endereço está abaixo). E, claro, pode fazer uma reclamação no Procon.

Se for daqueles bares que não deixam você sentar sem beber, então o jeito é ir embora e depois denunciar o estabelecimento aos serviços de proteção ao consumidor.

* Aja rápido

Você deve estar atento para perceber se, fazendo o negócio, a parte abusivamente imposta pode ser resolvida separadamente. Use a carta/notificação para tanto. Se não der certo, procure o órgão de defesa do consumidor ou advogado de confiança.

* Operação casada legítima

Apesar da proibição, existem exceções para algumas operações casadas.

É que algumas exigências casadas são legítimas, como certas quantidades mínimas dentro de critérios razoáveis. Assim, por exemplo, o comerciante pode se negar a vender apenas a calça do terno, por motivos óbvios. Da mesma maneira, o industrial pode embalar o sal em pacotes de 500 g, mesmo que o consumidor queira adquirir apenas 200 g.

Rizzatto Nunes é mestre e doutor em Filosofia do Direito e livre-docente em Direito do Consumidor pela PUC/SP. É desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Autor de diversos livros, lançou recentemente o “Bê-a-bá do Consumidor” (Editora Método). Coordena um site voltado ao Direito do Consumidor e à Defesa da Cidadania, no qual tem seu blog: http://www.beabadoconsumidor.com.br

Terra Magazine

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Encontros e Despedidas – Maria Rita

“Coisa que gosto é poder partir sem ter planos.Melhor ainda é poder voltar quando quero”

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dina

ايران از سوي دولت آمريكا در سخناني اظهار داشت: كساني كه سياست‌هاي دولت‌هاي آمريكايي را مي‌شناسند، به خوبي مي‌دانند كه اين كشور را تنها يك شخص اداره نمي‌كند. وي خاطرنشان كرد: دليل اينكه برخي شعار تغيير در رفتار اوباما را باور مي‌كنند عدم شناخت ايشان از سيستم و نظام دولت آمريكاست، زيرا آمدن يا رفتن يك شخص هيچ تغيير بنيادي در سياست‌هاي آمريكا ايجاد نمي‌كند. عضو جامعه مدرسين حوزه علميه قم ادامه داد: تغيير در رفتار هنگامي مفهوم پيدا مي‌كند كه رويكردها تحول پيدا كرده و طرف مقابل از مواضع خصمانه خود دست بردارد. عليدوست تأكيد كرد: تمديد تحريم‌ها عليه ايران اسلامي چيزي جز ادامه سياست‌هاي دولت‌هاي قبل آمريكا كه بدون شك اقتضاي كل سيستم آن كشور است، نبود.ontem

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