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Archive for setembro \30\UTC 2009

blogandoLula resolve meter a mão na banda larga. Pobre, preto e p … também vão ter acesso

30/setembro/2009 9:37

Na foto, eles procuram a notícia do fim do PiG(*)

Na foto, eles procuram a notícia do fim do PiG(*)

O Presidente Lula desistiu de esperar as empresas privadas para construir a maior rede de banda larga do mundo.

Ele vai montar a auto-estrada da informação com a infra-estrutura já existente da Eletronet, Petrobrás, Furnas, Chesf e Eletronorte.

E vai investir mais ainda com o dinheiro que iria gastar, se contratasse empresas privadas.

Ou seja, o próprio Governo vai transportar a informação na banda larga.

A banda larga no Brasil hoje é para rico: é cara.

(Como a tevê a cabo, que a Globo trancou, para não canibalizar a TV Globo na rede aberta.)

A banda larga agora vai ser barata.

Até preto, pobre e p … vão ter acesso, como diria aquela insigne advogado do Daniel Dantas , o Dr Torón.

Clique aqui para ler Lula vinga Brizola sobre o “voto impresso” e sobre a liberdade total da internet nas eleições

O fim do PiG (*) se aproxima.

A primeira cova para abrigar os membros do PiG (*) será construída nos jardins da embaixada do Brasil em Honduras.

Paulo Henrique Amorim

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Paris, 30 set (EFE).- O Governo francês vai preparar um decreto que obrigará os bancos a publicar, nos anexos de suas contas anuais, um relatório sobre suas atividades nos paraísos fiscais.

A medida busca implementar uma das decisões tomadas na cúpula do Grupo dos Vinte (G20, o países mais ricos e as principais nações emergentes), realizada na semana passada.

Em uma reunião com os ministros do Governo, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, encarregou-os de redigir o decreto e de propor, até o fim do ano, medidas que “reforcem” a legislação relativa às jurisdições da lista de paraísos fiscais da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

As novas regras vão valer, especificamente, para os países e territórios que não têm um acordo de troca de informações fiscais com a França, informou o Governo.

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Com tumulto e reclamações, teve início ontem, nas estações Sé do metrô e Tatuapé da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a operação Embarque Melhor. A operação visa controlar a entrada e a saída de passageiros nos horários de maior movimento, organizando as filas de embarque. Das catracas até as plataformas, grupos de monitores orientavam os passageiros com canções e coreografias.Até imagino os monitores cantando…Cada um no seu quadrado…fila do metrô…no seu quadrado…

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bessinha

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A Receita Federal faz muito bem o trabalho dela quando investiga empresas.Mas no caso de Bancos a impressão que se tem é que a Receita Federal não sabe investigá-los. Vou citar alguns casos que deveria chamar a atenção da Receita Federal e do INSS:

a-Os benefícios fiscais decorrentes da privatização do sistema estadual foi ou está sendo legalmente e corretamente contabilizado? Não estariam os Bancos usando mais benefícios que o aceitável?

b-As contribuições previdenciárias são corretamente efetuadas? Me refiro ao INSS,FGTS e demais impostos decorrentes da folha de pagamento normal, de bônus e de PLRs.

c-as provisões para devedores duvidosos são feitas dentro das regras ou uma parte é para não pagar impostos?

Receita investiga sonegação de R$ 1 bi em 920 empresas

A Receita Federal em São Paulo informou nesta terça-feira que uma comparação de dados econômicos disponíveis –já declarados ou não à Receita por 920 empresas paulistas–, resultou na coleta de “graves indícios de sonegação avaliada preliminarmente em R$ 1 bilhão, somente nos oito primeiros meses de 2009”.

“Balanços contábeis, registros de entradas e saídas de mercadorias vendidas, receitas previdenciárias, movimentações financeiras, dados fornecidos por contribuintes pessoas físicas e jurídicas, cartórios, imobiliárias e administradoras de cartão de crédito e corretoras de ações em bolsa de valores, mercadorias e futuros, uma vez confrontados, revelaram centenas de empresas, individualmente, com variação milionária no recolhimento de tributos”, informou a Receita.

Com as fiscalizações, previstas até o final do ano, a Superintendência da Receita Federal do Brasil em São Paulo pretende apurar essas irregularidades a fim de chegar aos motivos dessa discrepância entre o ritmo da atividade econômica desses contribuintes e o respectivo recolhimento de tributos.

Uma das hipóteses é que as empresas investigadas teriam –sob pretexto da desaceleração da economia decorrente da crise financeira internacional– lançado mão de artifícios para mascarar seus resultados nas demonstrações contáveis e demais dados declarados à Receita”, informou.

“A atividade econômica das empresas investigadas não encolheu no mesmo ritmo dos seus resultados declarados à Receita Federal. Nesse primeiro levantamento encontramos 920 empresas com fortíssimos indícios de sonegação e já estamos preparando mais um levantamento que pode aumentar ainda mais esse universo”, afirma José Guilherme Antunes de Vasconcelos, superintendente da Receita Federal em São Paulo.

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suisosÉ…

O trem tá pegando fogo pro lado dos doleiros…

Eles passaram a operar lá do Uruguai…làs-bás c´est plus tranquile…

Uruguai? nunca estive lá. O ideólogo até simulou algumas viagens prá mim…mas eu só deveria ir se o caldo entornasse em Guarulhos ou no Galeão. Pampulha não…

Ele (o ideólogo)  adorava simular…e terminou simulando até a minha demissão do grupo para proteger os interesses do Delta Bank e do Banco Real (antigo) …atual Santander. Os interesses ? Leitor inteligente do blog pode captar a mensagem lendo a reportagem abaixo.

O Banco Real (antigo) tinha muitas pessoas interessadas em prejudicar a vida dos funcionários…para aparecer bem na fita dos PGs,AFs,FNs e etc…

O pior problema do Banco Real (antigo) é que não tinha RH. Pardon…tinha sim um RH especializado em causar RH (raiva aos humanos)…

O RH do Banco Real (antigo) era seletivo…e passava por cima das leis brasileiras para mostrar  ao poderoso Chefão que havia economizado alguns centavos de cruzados,cruzados novos,reais,francos e até as naíras da Nigéria…

Os expatriados eram maltratados e sacaneados na ida e principalmente na volta… (pensava-se que estavam ricos)…mas ninguém se dava conta de que pagavam impostos e estavam sujeitos ao custo de vida dos países de expatriação… falo de África,América Latina…

O INSS, a RF,o FGTS deveriam ter fiscalizado melhor as contribuições do Banco Real (antigo) não efetuadas para os funcionários expatriados…mas não fêz nada…é…ainda dá tempo…

O RH do Banco Real (antigo) era bom no tempo do Bolivar Gomes…mas… ele foi sacaneado porque um Diretor poderoso não assumiu suas responsabilidades…

Um funcionário veterano do RH (o coitado só conhecia o sul de Minas) que trabalhava com e para o Valério Mugnol foi preso em Guarulhos trabalhando para o Delta Bank…

Deram prá ele uma viagem prá Miami…uma viagem de grego…e também lhe deram uma pasta 007…carregada. Nos controles começou a tremer feito vara verde.

A PF o surpreendeu levando depósitos,cheques,Tcs,formulários de abertura de contas…

Seus dois “companheiros” viram a cena e desapareceram no meio da multidão deixando ele a ver navios…ou melhor …o sol nascer quadrado.

Foi preso,incomunicável…crime inafiançável segundo as leis…mas…

Cadê o xerife?

…como disse aquele nosso amigo do Credit Suisse ” No Brasil quem tem dinheiro não fica preso” …e poucos dias depois deu se aquele famoso jeitinho brasileiro e o nosso ex-colega foi liberado.

Acabaram com a vida dele…e da família dele peut-être

No processo trabalhista 01521 o Valério disse que nunca tinha ouvido falar do Delta Bank…e que no máximo poderia ser um eventual concorrente do Banco Real (antigo).

O Valério Mugnol mentiu no processo… a justiça trabalhista do TRT entendeu e julgou: ” foi mentira mesmo”…esta semana passada o TST confirmou: “foi mais que uma mentira”…

O RH do Banco Real (antigo) era tão ruim que o Delta Bank mandava na área que era responsável pelos funcionários do exterior… e por isso deu merda…muita merda…e mais merda poderá vir…

Atentai Delta Bank… ( “atentai” palavra muito usada pelo Senador Mão Santa do Piiiiaui)

Atentai todos nós…

Voltando aos doleiros…e sobretudo a este tal de Ricardo…

Acho que eu,o ideólogo,o Jarrão,o Mané,o Zé, e muitos outros conhecemos este cara.O nome não me é estranho…acho que muita gente comprava “passagens” só com eles…quem sabe na Faria Lima…ou na Paulista…

A orientação era comprar “passagens” só com ele…no meu tempo… (se é o mesmo Ricardo que penso)

Uruguai: là bas c´est beaucoup plus tranquille…

MPF denuncia Uruguaio,Argentino e mais 14 por câmbio ilegal

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou, na última sexta-feira, o uruguaio Ricardo José Fontana Allende, o argentino Federico Hernan Las Heras e mais 14 envolvidos na Operação Harina, deflagrada em agosto pela Polícia Federal. A quadrilha agiria entre o Brasil e o Uruguai e foi denunciada pelos crimes de câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Todos os denunciados tiveram prisão decretada pela Justiça Federal, a pedido do MPF.

Allende chefiaria a organização criminosa. Segundo diálogos interceptados a partir de outubro do ano passado, o empresário, que atua no Uruguai mas tem visto e família no Brasil, usava como fachada sua operadora de turismo Expo Brasil Passagens e Turismo Ltda para camuflar atividades de câmbio ilegal e transferências clandestinas ao exterior, em especial, em favor de clientes brasileiros.

De acordo com a denúncia, Ricardo Allende “agia e, como foragido, ainda deve seguir agindo” sem se expor, por meio de intermediários como Gustavo Alfredo Orsi, Fabio Andres Guerra Flora, Mario dos Santos Casallechio, Renata Soares de Souza Schimdell e Michel da Cunha Reis, todos denunciados.

Um integrante da organização seria orientado a entregar cheques de clientes brasileiros em empresas com contas no Brasil, como a Trigomax Comércio Importação e Exportação, controlada por Federico Hernan Las Heras.

O denunciado Gustavo Alfredo Orsi seria orientado por Allende e Las Heras a depositar cheques de clientes brasileiros em contas de empresas pertencentes a Las Heras, como a Trigomax Comércio Importação e Exportação.

Segundo a denúncia, Allende também possuía uma offshore em Montevidéu, no Uruguai, a Emilor S/A, com nome fantasia Câmbio Europa, aparentemente não declarada no fisco brasileiro.

Foi constatado que se tratava mesmo de uma organização criminosa (OC), segundo a denúncia, com seis células. “A movimentação de recursos incompatíveis com a ocupação/atividade e a renda declarada por pessoas físicas e jurídicas, ocultação de bens em nome de terceiros, entre outros fatores, caracteriza a OC”, afirma a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, autora da denúncia.

O MPF teve de pedir pelo desmembramento da investigação devido à dimensão do caso, com o fim de viabilizar a investigação por autoridades dos Estados onde estão sediadas as células da organização.

Ainda de acordo com o Ministério Público, Allende mantém parte de seu patrimônio em nome de terceiros, como o restaurante El Tranvía, que pertence ao denunciado Fábio Andres Guerra Flora, empregado de Allende na célula.

A investigação começou na Polícia Federal depois, do recebimento da notícia de que o argentino Federico Hernan Las Heras, ao lado do doleiro Gustavo Alfredo Orsi, atuariam no mercado paralelo de câmbio de moeda estrangeira, com remessa de valores ao exterior.

Segundo o MPF, Las Heras liquidava valores provenientes da atividade ilegal de câmbio, movimentando por mês cerca de US$ 500 mil, por meio de depósitos em contas mantidas no Brasil vinculadas a empresas registradas em nome de terceiros.

uruA simulação do Delta Bank

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A ascensão do Brasil: Mais rápido, mais forte, mais alto

Sediar as Olimpíadas de 2016 seria a cobertura no bolo da nação sul americana, que finalmente está preenchendo seu potencial

por Hugh O’Shaughnessy, no jornal britânico Independent

Sunday, 27 September 2009

Deus pode não ser brasileiro, como muitos dos moradores do Rio de Janeiro orgulhosamente garantem, mas o Todo Poderoso parece mexer as suas asas influentes na direção da Cidade Maravilhosa, a Marvellous City do Atlântico Sul, no momento em que a cidade joga tudo para sediar as Olimpíadas de 2016. Suas três rivais, Tóquio, Madrid e Chicago, parecem perder força enquanto chega O Dia em cinco dias. No dia 2 de outubro a cidade vencedora será anunciada em Copenhague, assistida por um bilhão de telespectadores em todo o mundo.

Na terça-feira, em Brasília, senadores aprovaram legislação para garantir tudo o que se requer para uma proposta vencedora — de financiamento a regulamentos para evitar que donos de hotéis cobrem acima do preço pelas diárias. O New York Times parece ter desistido da Cidade da Ventania [Chicago] às margens do Lago Superior, na quarta-feira, sugerindo que o presidente brasileiro, Luís Inácio da Silva, que todos chamam de Lula, tinha o trabalho mais fácil do mundo para garantir o prêmio. Lula, o ex-metalúrgico e líder sindicalista que anos atrás perdeu um dedo em uma prensa hidráulica, confessou que tinha a vantagem. Ele será acompanhado em Copenhague pela sua esposa, Marisa, enquanto Michelle Obama estará lá sem o marido. “Será dois contra um”, disse Lula com prazer disfarçado.

A votação do próximo mês poderia ser um marco na jornada do Brasil para deixar de ser o eterno país do futuro — para o qual o futuro nunca chega — e para se tornar um indisputável poder mundial, com uma presença permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas e o dinheiro para alimentar, educar e cuidar de sua população de quase 200 milhões.

Lula, que quando criança suplementava o orçamento da mãe vendendo amendoim em torno do porto de Santos, aproveita de sua nova eminência, de sua liberdade para culpar a atual crise financeira “nos banqueiros de olhos azuis” e do respeito adquirido. O pânico dos banqueiros e o alarme da mídia na City de Londres e em Wall Street nos meses que antecederam sua maciça vitória eleitoral em 2002 são coisas do passado. Hoje o Brasil é um dos BRICs, junto com a Rússia, a Índia e a China e é admirado por banqueiros e economistas. E não apenas o presidente Obama o chama o líder mais popular do mundo mas, depois de um período em que a corrupção governamental parecia a caminho de derrubá-lo, Lula tem uma taxa de aprovação com os eleitores de cerca de 80%.

Não mais um caso clássico de país em luta contra a hiperinflação, o Brasil olha adiante para um tsunami de riquezas que vai tomar conta da Petrobras, a altamente bem sucedida empresa de petróleo controlada publicamente, que atingirá produção total nos enormes campos de águas profundas. Lula faz planos para usar esse novo dinheiro para corrigir abusos que resultaram do golpe militar de 1964, apoiado pelo Ocidente, e dos anos subsequentes de repressão selvagem e tortura, que derrubaram os padrões de vida do próprio Lula e de outros milhões de pobres brasileiros. O Brasil também é um grande exportador de comida — o que é confortável num momento em que a fome cerca vários lugares.

As últimas semanas demonstraram que Lula está sacando da riqueza futura para ter mais influência internacional hoje. O primeiro chefe de estado a falar no debate da Assembléia Geral das Nações Unidas na quarta-feira, ele entrou na frente do discurso de 90 minutos do coronel Gaddafi, que chateou todos os presentes. Lula aproveitou a oportunidade para atacar as idéias dos poderes ocidentais durante a crise financeira internacional. “O que desabou foram conceitos sociais, políticos e econômicos aceitos como inquestionáveis”, ele disse, num forte golpe a políticos e banqueiros que se opunham à regulamentação governamental. Os esforços de Lula ajudaram a esmagar o Grupo dos Oito dos países ricos, que será substituído pelo Grupo dos 20, que inclui países em desenvolvimento que se encontraram na quinta-feira em Pittsburgh para reformar as finanças mundiais.

Na Assembléia Geral Lula também pediu ação contra o golpe em Honduras, onde a embaixada brasileira dá abrigo a Manuel Zelaya, o presidente legítimo derrubado em 28 de junho por um impostor com apoio militar. Lula está pedindo ao Conselho de Segurança ação contra o crescentemente bárbaro novo regime, com ameaça do emprego de toda a força da lei internacional, particularmente se o regime continuar a deixar diplomatas brasileiros e seus hóspedes sem energia, água e comida. A ação brasileira, apoiada de perto pelo governo venezuelano, pegou Washington de surpresa, expondo uma divisão clara entre Obama, que quer ação decidida para restaurar Zelaya, e uma vacilante Hillary Clinton, cujos assessores direitistas tem outras ideias.

Lula é, também, um dos líderes do bloco da União Sul-Americana de Nações. A Unasur resiste à militarização da América do Sul que muitos acreditam que vai acontecer se a Colômbia, um aliado próximo dos Estados Unidos, permitir que o Pentágono estabeleça sete novas bases em suas terras; elas permitiriam que os Estados Unidos despachassem caças para qualquer parte do continente com exceção da Patagônia. Como precaução, Lula está comprando armas da França e da Rússia.

Em suas tentativas de acelerar a unidade latino-americana, Lula tem corrido riscos políticos em casa, enfrentando empresas de energia elétrica poderosas. Para cimentar as relações com seu vizinho pobre, o Paraguai, Lula prometeu um novo acordo para o uso da energia da gigantesca hidrelétrica de Itaipu, que supostamente deveria ser usada igualmente pelos dois países mas que de fato vai quase toda para o Brasil.

Ainda assim, se o Rio vencer na sexta-feira, Lula voltará à tarefa de dar esperança aos despossuídos da cidade — para garantir que as primeiras Olimpíadas na América do Sul ocorram pacificamente.

Para ler o artigo no The Independent clique aqui : http://www.independent.co.uk/news/world/americas/the-rise-and-rise-of-brazil-faster-stronger-higher-1793848.html

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