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Archive for abril \30\UTC 2009

O Diretor de RH do Senado que vai se aposentar às nossas custas,depois de ter levado alguns milhões de bancos como propinas,segundo a imprensa.

Opinião deste blog:
Cada país tem o Senado que merece e cada Senado tem o Diretor de RH que quer ter.Este ai de acima levou propinas de Bancos,fez negociata,usou passagens aéreas da cota de Senadores e ainda vai se aposentar provavelmente com salário integral pago pelo povo brasileiro.Prá que serve mesmo o Senado? Para dar mordomia a 81 pessoas improdutivas? Para que eles tenham suas viagens de turismo custeadas pelo povo brasileiro? Para fazer discursos inúteis como o Senador Mão Santa que se gaba de ter subido à tribuna 1.000 vezes para falar babozeiras?Para ter um Sarney como Presidente quando todo mundo sabe que ele governou mal e porcamente o Brasil e seu estado Maranhão é o mais pobre do Brasil e sua familia a mais rica de lá? Para ter um Vice Presidente ou sei lá o que como o Heráclito Fortes que adora andar de jatinho do Daniel Dantas e sortear passagens para a Europa para jornalistas do Piaui?
Certamente o Brasil precisa ter um Senao melhor.E Senadores também. Enquanto isso os 181 Diretores existentes podem continuar tranquilamente levando propinas,fazendo falcatruas e depois, caso vislumbrem uma possível demissão, já tem a solução mágica: uma gorda e bela aposentadoria às margens do lago Paranoá.

Do site Congresso em foco: ex-Diretor pede aposentadoria para escapar de demissão.
Alvo de duas sindicâncias internas e um inquérito policial militar, o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi protocolou na diretoria-geral, no início da noite desta quinta-feira (30), um pedido de aposentadoria.

Acusado de participar de esquema de propina para beneficiar instituições financeiras que operam empréstimo consignado para funcionários do Senado, Zoghbi tem como objetivo, com o pedido de aposentadoria, escapar de uma eventual demissão que implicaria perda de direitos trabalhistas.

Mas a manobra pode ser em vão. De Varsóvia (Polônia), onde participa de um evento internacional pelo seu partido, o primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), confirmou o pedido de Zoghbi, mas disse que a iniciativa em nada atrapalha os trabalhos investigativos em curso na Casa. Ao contrário, diz o senador, Zoghbi – servidor concursado fora do comando da diretoria de RH desde o dia 13 de março – pode perder o direito à aposentadoria, com todos os benefícios que esta lhe asseguraria.

Além de Heráclito, o diretor-geral do Senado, Alexandre Gazineo, confirma o protocolo de aposentadoria. O primeiro-secretário disse ainda que, já que oficializou junto à diretoria-geral um pedido de aposentadoria, é provável o ex-diretor tenha tempo de serviço para se aposentar.

Segundo reportagem da revista Época publicada em 25 de abril, Zoghbi “acumulou poder, patrimônio (…), assim como muitos desvios éticos e irregularidades” durante os quase dez anos em que comandou um quadro de cerca de dez mil funcionários.

A reportagem diz ainda que Zoghbi participa de esquema de empresas de fachada, e teria posto a ex-babá de seus filhos – uma senhora de 83 anos – como sócia majoritária em três empresas que teriam lucrado R$ 3 milhões em um ano e meio.

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Moretzsohn era bastante próximo do ex-deputado Álvaro Lins, ex-chefe de polícia do Estado. Atualmente preso no Complexo Penitenciário de Bangu, Lins foi acusado de corrupção, lavagem de dinheiro, facilitação de contrabando através do Aeroporto Antônio Carlos Jobim e formação de quadrilha
O “atendimento especial” pedido em dezembro do ano passado para a amiga da família Fux atenta contra a norma administrativa do próprio STJ. Mas a solicitação de “upgrade e acesso à sala VIP” endereçada à companhia aérea pode vir a gerar questionamentos na hora do julgamento de diversos processos no STJ. Consulta feita no site do tribunal onde Fux é ministro mostra que a American Airlines é parte em 178 ações. (clique na imagem)

Air France

O misnitro Direito solicitou privilégios à Carlos Gustavo Vianna Direito, filho do ministro do STF, e a juíza Daniella Alvarez Prado tenham acesso à sala VIP da companhia aérea, “atendimento especial e check-in com assento no up deck” do voo 0447 com destino a Paris

A Air France, segundo informação contida nos sites dos tribunais, é parte em 111 processos no STJ e em 50 no Supremo Tribunal Federal. Três deles encontram-se sob a responsabilidade do ministro Direito

Contrariando uma norma do STJ, o ministro Carlos Alberto Direito, do STF, fazia uso de privilégios para favorecer familiares e amigos nos embarques e desembarques no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.(Clique na imagem)…FAVOR PARA O FILHO Pedido de atendimento especial à Receita, à PF e à Infraero para Carlos Gustavo Direito e a mulher, Theresa, que chegavam de Paris. Leia e veja documentos aqui na IstoÉ

Ontem, querta-feira, 29, O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma homenagem ao colega Gilmar Mendes e disse em seu discurso:

“É preciso que fique claro senhor presidente que essa Suprema Corte não julga em função da qualidade das pessoas ou de sua condição econômica, política, social ou funcional”, disse Celso de Mello, em plenário.

Mudança de classe

O cidadão comum, que paga religiosamente seus impostos, precisa amargar horas e horas nos saguões dos aeroportos em uma rotina que passa por enormes filas de check-in, revistas de agentes da Polícia Federal e inspeções da alfândega. Mas os parentes e amigos dos ministros Direito e Fux não só passam ao largo desse ritual incômodo como ganham até a oportunidade de mudar a classe da sua passagem, o que no jargão das companhias aéreas se chama de “upgrade”.

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Tarifas bancárias sobem 8 vezes mais que a inflação.(Idec)

Os preços das tarifas avulsas tiveram reajuste médio de 38,6% e os dos pacotes de serviços, de 17,20%, quase um ano depois da padronização dos serviços bancários pelo Banco Central, segundo levantamento do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

“Essas variações ficaram muito acima do IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), que atingiu 5,03% no acumulado entre maio de 2008 e março de 2009”, informou a instituição.

Entenda a diferença entre os diversos índices de preços

O levantamento se refere às novas tarifas, que entraram em vigor no ano passado, em cumprimento à Resolução nº 3.518, publicada em dezembro de 2007 pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Conforme o estudo, a maior parte dos bancos reajustou as tarifas logo após o “congelamento” de 180 dias estipulado pelo BC. A resolução da autoridade monetária, no entanto, permite aos bancos aplicar o reajuste livremente.

Com a mudança nas regras, as instituições financeiras passam a oferecer quatro tipos diferentes de serviços: os essenciais, os prioritários, os especiais e os diferenciados. A nomenclatura dos serviços usada passou a ser padronizada e os bancos foram obrigados a oferecer o pacote com os mesmos serviços. Segundo a resolução, os chamados serviços essenciais não podem ser cobrados.

“A padronização das tarifas também instituiu o pacote básico padronizado, cujo principal objetivo era introduzir um parâmetro de comparação entre as cestas de serviços oferecidas pelos bancos. O pacote padronizado, entretanto, não cumpriu a função, já que todos os bancos definiram seu preço muito acima de outros pacotes personalizados e incluindo com mais serviços”, aponta o estudo.

O acompanhamento, realizado entre os dez bancos com mais de um milhão de clientes (Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Santander e Unibanco), apontou que nove bancos reajustaram pelo menos uma tarifa avulsa, exceto a Caixa Econômica Federal (CEF).

Menores e maiores

A Caixa apresentou a maior ocorrência das menores tarifas (14), seguida pelo Itaú e pelo Unibanco (12 ocorrências). Já o HSBC foi o que encabeçou a lista das maiores tarifas (20 itens), seguido pelo Bradesco (nove) e Banrisul (sete).

Conforme o estudo, foram identificados 46 reajustes diferentes, com índice de reajuste máximo no Banrisul (fornecimento de folha avulsa de cheque, de R$ 0,35 para R$ 1,50, ou 328,6%), e mínimo, no Unibanco (DOC/TED, de R$ 8 para R$ 8,10 ou 1,3%).

Também entre os pacotes e cestas de serviços oferecidos, cinco bancos aumentaram os preços (CEF, Banrisul, HSBC, Santander e Unibanco). O reajuste máximo aplicado foi no Banrisul (pacote padronizado passou de R$ 8 para R$ 18,50, alta de 131,25%) e o mínimo, na CEF (Pacote Especial passou de R$ 21,50 para R$ 22, aumento de 2,33%).

O levantamento mostrou, ainda, que há uma grande variação entre tarifas cobradas pelos mesmos serviços. “Em alguns bancos, nenhuma tarifa é cobrada por determinados serviços (confecção de cadastro, cheque visado e depósito identificado) enquanto em outros bancos os mesmos chegam a custar R$ 59”, aponta o estudo.

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O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), anunciou hoje a suspensão das operações de crédito consignado com o banco Cruzeiro do Sul. Segundo ele, as operações ficarão suspensas até a conclusão da investigação sobre um suposto esquema de desvio de recursos do Senado que seria chefiado pelo ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi.

De acordo com a denúncia, Zoghbi participava de um esquema que desviava recursos do Senado para empresas de fachada registradas em nomes de laranjas.

O ex-diretor ocupava cargos de chefia no Senado desde 1984. Segundo reportagem da revista “Época” desta semana, Zoghbi abriu no nome de uma ex-babá, Maria Izabel Gomes, 83, que mora na casa dele, três empresas –DMZ Consultoria Empresarial, DMZ Corretora de Seguros Ltda e Contact Assessoria de Crédito Ltda.

A suspeita é de que parte do faturamento dos últimos anos dessas empresas, cerca de R$ 3 milhões, teria como origem contratos assinados pelo Senado.

Uma das possíveis fontes de desvio seria um contrato com o Banco Cruzeiro do Sul, no qual a instituição oferecia crédito consignado aos servidores da Casa.

Zoghbi diz na reportagem que as empresas pertencem à sua família. Ele admitiu que colocou os filhos como sócios porque “é proibido a servidores públicos ser donos de empresas que negociam com órgãos públicos”.

Esta não é a primeira vez que Zoghbi e sua família são alvo de acusações. Ele pediu demissão do cargo de diretor em março em meio às denúncias de que teria utilizado apartamento funcional da Casa para acomodar parte da sua família. Ele mora em uma mansão localizada num bairro nobre de Brasília.

Apesar de ter perdido o cargo de diretor, Zoghbi continua como funcionário do Senado. Reportagem do site Congresso em Foco informa que a família Zoghbi viajou 42 viagens com cotas de passagens da Câmara. Dez foram viagens ao exterior.

Outro lado

Na segunda-feira, o Banco Cruzeiro do Sul negou irregularidades na prestação de serviços de crédito consignado aos servidores do Senado Federal. Em nota, a instituição ressalta que não é a única a realizar esse tipo de empréstimo aos funcionários da Casa.

Na nota, o banco ressalta que não sofreu sanção em seu convênio com o Senado nem teve dificuldade na renovação, em agosto de 2007.

Segundo a revista, o banco teria sofrido dificuldade para renovar o contrato com o Senado depois de uma reclamação feita por Zoghbi sobre o queixas de funcionários da Casa sobre o mau atendimento da instituição.

Segundo Cruzeiro do Sul, foram nove reclamações de um universo de 10 mil clientes, o que não influenciou “em nada” o processo de renovação do convênio.

Investigação

Sarney determinou ontem a abertura de inquérito na Polícia Legislativa da Casa para investigar Zoghbi.

A Polícia Legislativa não descarta firmar parceria com a Polícia Federal e a Polícia Civil para investigar o servidor, mas inicialmente vai designar oito policiais para trabalharem no inquérito –que vão ter 30 dias prorrogáveis por um período maior para concluírem a análise do caso.

O Corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), disse que também vai pedir ao Ministério Público Federal para investigar as supostas irregularidades cometidas por Zoghbi enquanto esteve no cargo.

O inquérito vai correr paralelo às duas sindicâncias já instaladas no Senado para investigar a conduta de Zoghbi. Uma das sindicâncias investiga a suposta utilização de laranjas, enquanto a segunda apura a acusação de que o ex-diretor teria utilizado apartamento funcional da Casa para acomodar parte da sua família –mesmo morando em uma casa localizada num bairro nobre de Brasília.

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TEMPO (Victor Colonna)

Tempo cura tudo
Da ferida aberta,
À fratura exposta.
Tempo é sempre resposta
certa!

Durante muito tempo vivi apenas das lembranças do passado e da esperança no futuro. Vivia apressado, estressado, cansado, era como se nunca sobrasse tempo para mim.

Recentemente, resolvi assumir o que sou e fazer o que gosto: escrever.

Desde então, apesar de trabalhar muito mais – não é fácil a vida de escritor neste país – o tempo se fez presente pra mim.

As horas, como por milagre, multiplicam-se, desdobram-se generosas , tiro mais de mim e sobra mais de mim, sobra mais para mim.

Divido-me em mil tarefas mas sinto-me inteiro, íntegro.

Sei não. Tempo parece ser muito mais uma questão de amor do que de relógio!

acesse este blog do Victor Colonna : http://deitandooverbo.wordpress.com/

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