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Archive for março \27\UTC 2009

Até hoje o site da empresa de publicidade criada em 2002(mesmo ano da doação) não foi construido. Existiu?Existe?

Eu fico vendo este assunto da Camargo Correia e suas doações para o caixa dois de políticos e me pergunto:

Porque não se investiga as milionárias doações que os Bancos fazem todos os anos a politicos e a outras autoridades sempre que precisam ver seus interesses atendidos? Sempre que querem evitar seus nomes ou de seus empregados em CPIs. Sempre que precisam um parecerzinho para ganhar um processo contra um devedor? Me lembro de um caso que já dura…dura..que é o da Usina Catende, uma usina que deixou milhares de pessoas na miséria absoluta.

Minha experência indica que a ordem dos maiores doadores oficiais e em caixa dois para politicos no Brasil é a seguinte:
Construtoras de grande porte (ganhar obras,aditar obras,atrasar obras,construir com material de segunda,etc.
Bancos (ganhar licitações de contas e folhas de pagamentos, obter autorização para fazer empréstimos consignados,ganhar processos contra devedores,etc.
Multinacionais e grandes empresas – ganhar licitações,fornecer serviços,etc.

E tem muita gente que ganha dinheiro usando o nome dos candidatos…e depois embolsa o dinheiro…ou passa para o candidato.

Politico adora uma grana…

Eu já atendi um ex-Secretário de um estado nordestino que pedia uma contribuiçãozinha pro caixa dois. Eu disse a ele que só podia no oficial e no máximo 50.000.Me mandou pra PQP, disse que ia f….o Banco….que ia passar as contas do governo e dos funcionários para o BB….e que eu era um filho da p…etc,etc,etc.
Dizem que o Governador dele foi cassado recentemente.

Eu nunca gostei de conversar com políticos.

O Bandepe e o Banco Real precisavam renovar o contrato da conta única e da folha de pagamento do Estado de Pernambuco… e a licitação deveria contemplar algumas coisas que favorecessem o Bandepe e eliminassem concorrentes. Bradesco e Itaú queriam entrar no negócio.

O Governo de Pernambuco sabia dos interesses do Bandepe e do Banco Real…e sabiam da importancia da folha do Estado para a Banco.

A coligação PMDB/PFL tinha que ser reeleita…custe o que custar…

Juntou a fome com vontade de comer…e chegou o momento das eleições…

O Bandepe,neste período,foi acionado várias vezes: queriam a liberação de depósitos judiciais-entrou areia-,queriam criar um fundo cultural com juros dos depósitos judiciais -areia tava entrando…depois não vi mais nada…

Ai a campanha pela reeleição bate seu pleno. E o pedido por dinheiro chega.Pesado.

O Bandepe, através do Banco Real em Pernambuco, atendendo a pedido, fez uma milionária doação para a coligação do Jarbas Vasconcelos e Mendonça Filho e foi no caixa dois pois não há registro no TSE. Como foi o esquema armado por eles:

Um empresa de publicidade Pernambucana PUBLIQUEMIDIA (seu site até hoje se encontra em construção), com endereço numa rua estranha de Olinda, emitiu um contrato todo errado dizendo que ia fazer abrigos de onibus,paineis backlights durante 6 meses. O Banco deveria pagar em torno de 750.000,00 em 3 parcelas. Nem em SP uma campanha teria um preço tão alto. Acho que nem em Nova York.

No pagamento da primeira parcela o representante da coligação gritou e disse: alto lá : o valor combinado é liquido e tem que ser feito assim. Ai o Banco,em sua tesouraria de são paulo, teve que acrescentar os impostos para chegar ao que a coligação exigiu.

Nota: o serviço constante do contrato nunca foi feito…

O crédito para a Agência de Publicidade foi feito na conta xxxxxx da empresa de Publicidade junto ao BBVA-Ag.Recife. Ela deve ter distribuido o dinheiro.

As vezes eu fico pensando e quase convicto de que o Jarbas não sabia disso em detalhes…só o seu vice e sua turma.

O Bandepe ganhou a licitação da conta e folha.Houve comemoração e até entrevista coletiva para frisar a lisura do leilão.

É…poucos conhecem os bastidores dessa licitação como eu.

Nota: o blog não publica nada que não possa ser confrontado. Também só publica fatos relacionados às minhas atividades para o Grupo do Banco Real e suas empresas: Delta Bank,Bandepe,Paraiban,Banque Real de Côte D´Ivoire, Banco Real S.A-Chile,Banco Real S.A – Bolívia, Banco Real del Paraguai S.A. Os meus antigos e novos leitores sabem que o Banco Real e o Delta Bank simularam via fraude , para proteger exclusivamente seus interesses, a rescisão do meu contrato CLT de forma a que eu ficasse oficialmente como funcionário americano do Delta Bank e se aproveitam disso para negar os meus direitos previdenciários legais, o FGTS e demais indenizações. Fui e estou sendo duramente prejudicado por este grupo.

Quando acabar a pendencia na justiça,que espero seja breve, eu vou escrever sôbre outras coisas…se é que vou continuar escrevendo.

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Grampos da PF indicam ‘doações’ ilegais a políticos

Pietro: “Sim… mas o que que é, campanha política?”
Marcelo: “É…”
Pietro: “Por dentro?”
Marcelo: “Não…”.

O diálogo acima foi capatado pelos grampos da PF no inquérito da Operação Castelo de Areia, deflagrada na última quarta (25).

Pietro Giavina Bianchi, um dos diretores da Camargo Corrêa que a PF recolheu à sua hospedaria, inquiria o interlocutor sobre verbas eleitorais.

Conversas como essa, de timbre vadio, saltam à farta das páginas do inquérito policial. São contadas em mais de 30 as ligações que versam sobre dinheiro e política.

Os investigados falam de contribuições a partidos e a políticos. Uma parte legal. Outra ilegal. Ou, como prefere a turma da Camargo Corrêa: “Por dentro” e “por fora”.

Por vezes, menciona-se a entrega de dinheiro “em espécie”. Pela lei, esse tipo de contribuição só pode pingar em contas bancárias específicas.

Em notícia veiculada na Folha desta sexta (27), os repórteres Mario César Carvalho e Lilian Christofoletti reproduzem pedaços dos grampos.

Escorados nesses diálogos, a PF e o Ministério Público dizem ter reunido indícios de promiscuidade na relação da empreiteira com os políticos.

Leia-se, a propósito, um naco do miolo da reportagem de Mario Cesar e Lilian Christofoletti:

“Noutra conversa, de janeiro deste ano, o mesmo Pietro [Giavina Bianchi] fala com um diretor da empreiteira chamado Fernando Dias Gomes [também preso].

Ele explica que a lista com as doações está ‘numa pasta de eleições’: ‘E lá tem todos os caras que foram pagos’ (…), ‘inclusive a colaboração oficial’. E conclui: ‘Tem as duas, né? Tem as duas, tá?’.

A procuradora Karen Kahn diz que as conversas revelam ‘indícios robustos’ da existência de doações legais e ilegais”.

Nas batidas de busca e apreensão que realizou na quarta-feira, a PF recolheu uma pasta de conteúdo promissor. Traz uma lista de doações. Anota nomes e cifras.

Leia-se um outro trecho da reportagem de Mario Cesar e Lilian Christofoletti:

“O grupo [de funcionários da Camargo Corrêa] não prima pela organização, como nota o próprio Pietro…

…Ao relatar para Dárcio Brunato, também diretor da Camargo Corrêa, que o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, teria afirmado ‘que não recebeu dinheiro nenhum’, Pietro desabafa: ‘(…) Puta zona tá isso lá’.

Pietro detalha a Fernando Arruda Botelho, diretor da empreiteira, a doação via Fiesp: ‘Foi dado o dinheiro’?, pergunta Arruda Botelho.

‘Foi… foi passado lá pro pessoal de Brasília… contataram com o menino lá da Fiesp… e eles dividiram lá… mandaram uma parte para o PSDB, outra parte para o PS… tem uma distribuição que fizeram em Brasília…’”

Nesta quinta (26) veio à luz o nome de mais um político citado nos grampos da Castelo de Areia. Chama-se Mendonça Filho.

Ex-governador de Pernambuco, concorreu à prefeitura do Recife no ano passado pelo DEM. É associado nos grampos à cifra de R$ 100 mil -“por fora”.

Em nota, Mendonça disse que recebeu do grupo Camargo Corrêa não R$ 100 mil, mas R$ 300 mil.

Segundo sua versão, o dinheiro lhe teria chegado em duas parcelas. Uma de R$ 200 mil. Outra R$ 100 mil. Tudo dentro da lei, afirmou Mendonça.

A investigação, como se vê, vai longe. A PF tenta elucidar a suspeita de que as verbas que a Camargo Corrêa borrifou em arcas eleitorais pode ter sido desviada de obras públicas.

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O grande Juíz

A justiça é o que ele procura fazer

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Segundo a PF, a quadrilha movimentava dinheiro de origem supostamente ilícita, por meio de empresas de fachada.

De acordo com a agência ‘Reuters’, a quadrilha agia enviando para contas abertas no exterior parte do dinheiro oriundo de obras públicas e outros recursos de origem ilícita em operações conhecidas como “dólar-cabo”.

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Furtou uma banana?

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Macaco Velho

“Entre os crimes cometidos pela quadrilha estão evasão de divisas, operação de instituição financeira sem a competente autorização, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e fraude a licitações, os quais somados podem chegar a 27 anos de prisão”
Como eu sou macaco velho e acumulei um grande conhecimento do funcionamento da lavagem de dinheiro feita a partir do Brasil com a conivência de Bancos brasileiros,estrangeiros e estrangeiros made in Brasil, me chama bastante atenção o parágrafo acima da reportagem da folha.

O que está dizendo ali é que estes executivos e doleiros operam com instituições financeiras que não tem a competente autorização.

Uai o Banco Central sabe de cor e salteado quais bancos estrangeiros e estrangeiros made in Brasil operam aqui na clandestinidade e vendendo produtos criados pelas mesmas facilidades oferecidas por circulares tipo CC5 e outras.

Nunca fez nada. As CPIs do Banestado,da CBF-Nike e tantas outras sabem de tudo.Nunca fizeram nada também. Pelo contrário…estão os documentos sob a guarda do Diretor de arquivos bancários secretos e imexiveis do Senado, uma das 181 existentes naquele órgão.

Vamos ficar num só exemplo:

Tente encontrar o endereço brasileiro do Delta Bank em seu site oficial. Não vai achar nunca e sabe porque? Porque atua aqui no limite da irresponsabilidade e sem autorização,além de prejudicar seus funcionários brasileiros exigindo de seus donos aqui a simulação de rescisão de contrato para proteção de seus interesses não confessáveis.

Eu fui e contínuo sendo prejudicado pelo Delta Bank e o Banco RealAbnamro, atual Santander.

Todos os doleiros,banqueiros e bancários de private banking internacional ,incluindo neste último grupo um punhado de gente que trabalha contrariado ou porque precisam, sabem como funciona o esquema para tirar dinheiro do Brasil.

É mais fácil que andar prá frente, rápido,eficiente mas deixa rastros…e como deixa…

Banco Central sabe, COAF sabe,Receita Federal sabe…todo mundo sabe. Os Diretores do Banco Central e a CVM sempre fizeram vista grossa. Os primeiros porque já contam com emprego garantido no sistema ou já estão de olho para a compra ou criação de um Banco quando deixarem o Banco Central. O pesssoal da CVM nunca fiscalizou nada e é por isso mesmo que o Brasil continua sendo vitima das operações cabeludas e ilegais realizadas por grupos como o Opportunity e os Madoffs da vida…

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Operação atinge partidos politicos
Monica Bergamo

A operação deflagrada hoje pela Polícia Federal na empreiteira Camargo Corrêa vai respingar em alguns dos principais partidos políticos do país. De acordo com fonte que participou das investigações, a operação revela contribuições para partidos políticos “por dentro e por fora” com a participação de “uma pessoa muito influente em São Paulo”.

Intitulada Castelo de Areia, a operação contra crimes financeiros e lavagem de dinheiro cumpre dez mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Os principais crimes investigados são evasão de divisas, operação de instituição financeira sem a competente autorização, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e fraude a licitações. Somadas, as sentenças por esses crimes podem chegar a 27 anos de prisão.

Segundo a Polícia Federal, a quadrilha movimentava dinheiro sem origem lícita aparente através de empresas de fachada e operações conhecidas como dólar-cabo –sem registro no Banco Central, através de depósito em conta brasileira de doleiros que possuem contas no exterior para transferência ao destino final do dinheiro.

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