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Archive for fevereiro \28\UTC 2009

Dizem que a CVM aceitou uma quantia de R$200.000,00 do UBS para não investigar um indicio de infração deste Banco Suisso que atua em private banking no Brasil. O que a CVM desconfia que o UBS fêz? Que tipo de infração? Grave?Gravíssima?

A CVM não é fiscalizada pelo Banco Central? O Banco Central sabe algo sôbre esta possível infração?

É…o Banco Central, aquele lá do planalto central, não gosta de ver e antever as coisas.É que ele é presidido momentaneamente pelo Presidente do Bank of Boston, um banco que provávelmente atuava ou atua ainda no mercado brasileiro, inclusive o de private banking.

Como já é do conhecimento até do mundo mineral (segundo PHA e Mino Carta) os Bancos atuantes neste mercado de “private banking internacional” tem por parceiros diversos grandes e poderosos doleiros. O grande brasileiro e digno juíz Fausto de Sanctis sabe tudo sôbre o assunto.

Não há como fazer private banking internacional no Brasil sem a parceria dos doleiros e uma ajuda básica do Banco Central através das facilidades da CC5 criada no governo do Farol de Alexandria pelo Gustavo Franco. Em qualquer caso envolve lavagem de dinheiro, evasão fiscal e de divisas.

Esta CVM é a mesma que não investigou as operações de Daniel Dantas do Opportunity e as operações especulativas recentemente descobertas.

É possível que a CVM esconda muita coisa neste Brasil da impunidade.

O UBS,Credit Suisse e outros Bancos estrangeiros e estrangeiros made in Brasil deveriam ser fiscalizados pelo Banco Central,Receita Federal e a Policia Federal deveria criar uma brigada especializada no assunto, chefiada de preferência pelo ínclito Delegado Protógenes.

Este outro grande brasileiro Dr.Protógenes,para quem não sabe, é o delegado que investigou o Daniel Dantas e sua rede de corrupção no Brasil e conseguiu desvendar quase tudo.Como prêmio foi destituido antecipadamente da função de investigador da Satiagraha e se não tomar cuidado vai preso no lugar dos criminosos investigados.

Ninguém tinha interesse que ele continuasse a investigação pois muita gente importante ia aparecer ou já apareceu. Tem vários HDs com grandes mistérios escondidos.

As autoridades americanas entendem que o trabalho do Delegado Protógenes foi muito bem feito pois já bloquearam muita grana por aí. Mas no Brasil ele foi queimado pela imprensa do PIG,por certas autoridades importantes e pelos suspeitos.

O Brasil definitivamente não é um país sério já dizia De Gaulle, um dos maiores Presidentes da França. Um banco,suspeito de cometer uma infração paga para o órgão fiscalizador não investigá-lo.

O ideólogo das cartas Uruguaias deve saber algo sôbre a atividade de private banking internacional que é feita no Brasil . Certamente sabe muita coisa.

O ideólogo, para quem não sabe ainda, é aquele que criou as famosas cartas uruguaias que eu deveria portar quando viajava ao Brasil. Se a coisa apertasse (no mau sentido) eu deveria dizer que estava em transito para Montevideo. Se apertasse um pouquinho mais ai eu ia pro xilindró e ficaria esperando uma liberação rápida e o não enquadramento como criminoso sem direito a fiança.

Eu escapei várias vezes então…isso me corroía por dentro…eu sempre quis continuar sendo um bancário das antigas e por isso decidi pedir meu boné e ir para a terra dos mapouches.

Mas todo dia me lembro daquela famosa frase do banqueiro do Credit Suisse preso pela Policia Federal lavando dinheiro : “No Brasil quem tem dinheiro não fica preso” e penso: será que eles fariam por mim o mesmo que fizeram por um nosso ex-colega preso em Guarulhos?Certamente pois caso contrário eu botaria a boca no trombone ou no microfone.

Quem sabe um dia alguma CPI se interesse por ouvir a minha história.Uma coisa é certa …eu não inventaria jamais uma desculpa para não ser ouvido. Nem arrumaria um atestado médico. O grande problema é que Deputados e Senadores não gostam de CPI que investiga Bancos estrangeiros e estrangeiros made in Brasil. Será porque hem?

ET: Os Bancos americanos e europeus já não valem nada. Quem comprar eles estará na verdade comprando micos.E bota mico nisso. O Citibank vale hoje menos de 10% do que valia antes da crise que ele ajudou a criar.O RBS deu um baita prejú depois que comprou o ABN-Holanda e deve ser estatizado logo pelo governo inglês.

O Banco Palmas, lá do Ceará e atuando na periferia, tá quase valendo o mesmo que o Citibank e o RBS.Viva o Banco Palmas…oxente.

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Não é assim hoje com os telefones? Cliente insatisfeito com a TIM muda para a OI.Não satisfeito com a Oi muda para a claro…tudo isso mantendo o mesmo número e obtendo melhor prestação de serviços e tarifas mais baixas, além de melhores promoções.

O Meirelles, atual Presidente do Bank of Boston, no exercicio de identicas funções no Banco Central, bem como os Diretores comisssionados (com futuro garantido no sistema financeiro ou como consultores) poderiam começar a trabalhar neste assunto com o objetivo de melhorar as condições para os clientes (melhores taxas,melhores serviços,menores tarifas,melhores limites).

Não é uma coisa dificil de fazer.

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Nota do Blog: o problema maior é quando as doações ao caixa 2 se fazem através de empresas de publicidade e nada é declarado. Mas fica sempre o rastro pois alguns erros fundamentais são cometidos nessas horas.

Coluna de hoje
Monica Bergamo -FSP
LUPA

Não é apenas o passado do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) que está sendo vasculhado depois que ele deu declarações de que o PMDB só quer saber “de corrupção”. Sua prestação de contas da campanha para o Senado em 2006 também está sendo esquadrinhada. O desafio é grande: Jarbas não informa quem doou a ele os R$ 2,1 milhões que arrecadou. Diz que os recursos vieram do “Comitê Financeiro Distrital/Estadual” do PMDB.

NA LISTA
O artifício é chamado de “burla legal” por técnicos do TSE, já que camufla a identidade dos doadores, que injetam recursos nos partidos para que estes os repassem aos candidatos. O comitê do PMDB em PE, por sinal, recebeu de doadores como o banco Itaú (R$ 150 mil), a Bolsa de Valores de SP (R$ 30 mil), a CSN (R$ 300 mil), a Philips (R$ 80 mil) e a Companhia Brasileira de Distribuição, ou Pão de Açúcar (R$ 100 mil).

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Nota do blog: Não é atoa que o Brasil é o país da impunidade.A CVM faz acordo para não investigar um indicio de infração. Pode?Claro que não pode mas estes Bancos Suissos e a CVM devem ter lá seus segredinhos…e não há interesse de revelá-los, como sempre.


ACORDO CÁ

Ontem no Radar On-line, “o UBS Pactual pagou R$ 200 mil à Comissão de Valores Mobiliários e livrou-se de um problema: o colegiado da CVM aceitou a proposta para que não seja aberto processo administrativo contra o banco” por “indícios de infração”.

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No Brasil é assim : Tem o Brasil e os Bancos.

José Alencar

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