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Archive for janeiro \30\UTC 2009

Coluna Econômica – 30/01/2008-Luis Nassif

O bloqueio de US$ 2 bilhões de contas do Banco Opportunity no exterior, é reflexo do grande avanço que ocorreu na chamada cooperação internacional – o trabalho coordenado dos sistemas de repressão de países, para combate ao crime organizado.

Hoje em dia, existe a Interpol, mais antiga. Agora, foram constituídas a Europol, com atuação na Europa, a Asiapol e a Ameripol, juntando a colaboração dos países das três Américas.

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Essa integração surgiu a partir da modernização das polícias, induzida principalmente pela luta contra o narcotráfico, explica o diretor geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa. O setor de entorpecentes tornou-se uma ilha de excelência por conta de acordos internacionais e convenções da ONU desde os anos 80.

Os norte-americanos passaram a investir na Polícia e a capacitar maciçamente os quadros. O próprio Luiz Fernando participou de diversos cursos no exterior. Foi a partir da área de entorpecentes que a PF se fixou mais na investigação financeira. A PF passou a identificar a estrutura do tráfico e a buscar os bens dos traficantes, como maneira de asfixiar financeiramente a organização criminosa.

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Hoje em dia, o Brasil está liderando a cooperação com países da língua portuguesa, formando policiais da África, Haiti e Cuba. A criação de adidos policiais ajudará nessa internacionalização.

No caso de Portugal, por exemplo, para onde foi o delegado Paulo Lacerda, existem manifestações criminosas reproduzindo a estrutura do PCC e do Comando Vermelho.

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Para enfrentar essa estrutura de crime organizado, há a necessidade de investigações prolongadas e de sistemas de escuta, respeitados os direitos individuais.

E aí se entra no fator Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal. A privatização da telefonia gerou um fenômeno curioso. A segurança das diversas empresas privatizadas ficou nas mãos de ex-integrantes do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI).

Esse fenômeno permitiu a proliferação de toda espécie de arapongagem clandestina, com grampeadores anunciando seus serviços até pela Internet.

Recentemente, a Polícia Civil de São Paulo desbaratou uma quadrilha dessas, que tinha agentes infiltrados em companhias telefônicas e em sistemas eletrônicos de grampo. Mas Gilmar somente se insurgiu contra os grampos legais da Polícia Federal, autorizados pela Justiça.

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Hoje em dia, se um araponga for apanhado com equipamentos – vendidos em qualquer biboca – ele só é punido se flagrado em pleno ato de grampear. A nova Lei do Grampo transformará em crime a posse de qualquer equipamento de grampo. Aí começará para valer a guerra contra a arapongagem clandestina.

Outro avanço importante foram as investigações em torno do suposto “grampo” em Gilmar Mendes – que tudo indica tratar-se de uma armação de adversários da Satiagraha. A PF montou um inquérito que permitiu mapear todos os processos que ocorrem em uma chamada telefônica. Com isso, ganhou competência para futuras investigações em torno de grampos reais.

Enviado por: luisnassif – Categoria(s): Coluna EconômicaEconomia

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DEU NA FOLHA DE S. PAULO

Governo pretende comprar casas para repassar a famílias

Pacote habitacional prevê licitação para governo adquirir diretamente de construtoras imóvel a ser financiado ao comprador de baixa renda. Plano é financiar 1 milhão de novas moradias até o final de 2010 nas diversas modalidades previstas para reaquecer o mercado

De Kennedy Alencar:

Por meio de licitação, o governo pretende comprar, diretamente de grandes, médias e pequenas construtoras, moradias para famílias de baixa renda e refinanciá-las pela Caixa Econômica Federal.

Segundo a Folha apurou, deve ser uma das modalidades do pacote de habitação que deverá ser fechado na semana que vem.

Pelas várias modalidades do pacote, o governo quer financiar a construção de 1 milhão de novas moradias até o final de 2010 -metade até dezembro deste ano, metade até dezembro do próximo ano.

Não há estimativa ainda de quantas moradias serão contratadas diretamente das construtoras. O governo também reduzirá impostos da área de construção para baratear os financiamentos.

O principal objetivo do pacote é manter aquecido o mercado de construção civil e atender a uma faixa de baixa renda que não consegue financiamentos a juros subsidiados e tampouco arcar com os financiamentos tradicionais. É uma faixa que tem renda mensal entre R$ 1.200 e R$ 2.200. 

Assinante da Folha leia mais em Governo pretende comprar casas para repassar a famílias

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Para Guido Mantega, taxas altas de juros dos bancos pode ser “tiro no pé”

30/01 – 02:38 – Redação

BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em entrevista exclusiva ao “Jornal da Globo” nesta sexta-feira que não se conforma com os altos juros cobrados pelos bancos.

“Eu acho muito negativo porque o Brasil continua praticando as maiores taxas de juros do mundo e uma das responsáveis por isso é o spread elevado”, diz o ministro.

Spread é a diferença entre o que o banco paga ao captar dinheiro e o quanto ele cobra dos clientes na hora de emprestar.

Valter Campanato/ABr
Ministro não concorda com altas taxas de juros
Em um ano, o spread dos bancos nas operações de crédito para pessoas físicas passou de 31,9% para 45,1% ao ano, a maior taxa desde setembro de 2004.

“Isso é um absurdo. Não tem nenhum fundamento”, diz o ministro.

Além disso, Mantega também critica a decisão dos bancos de aumentar os juros dos empréstimos para empresas.

“Você não pode aumentar o custo de financiamento pelas empresas, num momento em que a demanda cai. Então, deveríamos diminuir um pouco as ambições de lucro e fazer com que o industrial, o produtor, o consumidor possa ter acesso a taxas mais baixas”, afirma.

Os bancos alegam que as taxas têm que ser altas para compensar o perigo de calote, principalmente nessa época de crise. Mas para o ministro da Fazenda, é o contrário. Os juros altos cobrados pelos bancos é que podem aumentar a inadimplência.

“Ao cobrar uma taxa de juros mais elevada, você cria a inadimplência; você dificulta ao cidadão de pagar a conta. Eu acho que essa política dos bancos é totalmente equivocada, é claro que leva a lucros elevados dos bancos, mas depois é um tiro no pé, porque se o cidadão depois ficar inadimplente, ele não vai pagar”, fala.

Para enfrentar esse problema, o governo vem pressionando os bancos públicos a baixarem suas taxas de juros. As taxas máximas de Caixa Econômica e Banco do Brasil no crédito pessoal, caíram para 4,39% e 4,99%, respectivamente.

Entre os três maiores bancos privados, Bradesco, Itaú e Santander Real elas estão mais altas, apesar de as três instituições também terem reduzido as suas taxas.

“Eu incito o consumidor brasileiro que olhe com atenção as taxas e escolha as taxas mais baixas. Faça concorrência funcionar, examina: qual é o banco que está te dando financiamento mais baixo, porque as diferenças vão aumentar e vá para o banco que está oferecendo taxas mais baixas”, orienta.
 
A Febraban não quis comentar o assunto.

Leia mais sobre: bancos –juros 

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Dantas já desviou quase US$ 16 bi, diz Protógenes


Especial para Terra Magazine

Em entrevista exclusiva a Terra Magazine, o delegado que comandou a operação Satiagraha, Protógenes Queiroz, conta que a investigação sobre o banqueiro Daniel Dantas apontou indícios de que foram desviados cerca de US$ 16 bilhões do Brasil para paraísos fiscais no exterior. O dinheiro, segundo Protógenes, é “originário dos cofres públicos e corrupção”.

Veja também: 

Na última quinta-feira, 22, foram bloqueados US$ 2 bilhões que haviam sido enviados ao exterior pelo grupo Opportunity. A paralisação da movimentação dos ativos suspeitos é a maior da história do Brasil.

O delegado da Polícia Federal revela:

– O valor que conseguimos identificar, (os US$ 2 bilhões apreendidos) representaria em torno de 20% das operações do Opportunity no exterior.

Protógenes explica que se trata de um dinheiro sem registros, sem declarações no imposto de renda, sem origem provada e sem justificativas às autoridades brasileiras sobre o porquê da remessa ao exterior. Prossegue: “Ou seja, valores suspeitos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Tem muitos brasileiros envolvidos”.

Responsável também pela prisão do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, Queiroz está de licença médica após ter sido vítima de “um atentado”, segundo suas próprias palavras.

No incidente, houve uma explosão no painel do carro que esguichou água fervente e ácida sobre seu corpo. Ele acredita ter sofrido o atentado por sofrer vigilâncias, pressões e ameaças durante e depois da operação Satiagraha.

– Já existem duas investigações iniciadas, uma em Brasília (sobre a legitimidade das interceptações telefônicas feitas durante a operação Satiagraha) e a outra em São Paulo (sobre vazamento de informação sigilosa sobre a operação). Ambas estão sob a responsabilidade do Ministério Público Federal. Até agora não se chegou a nenhuma conclusão, até porque os dados estão sendo tratados em sigilo.

Terra Magazine publica abaixo a primeira parte da entrevista com o delegado Protógenes Queiroz. A segunda parte será publicada às 14h00 horas desta quinta-feira, 29.

Terra Magazine – Poderia esclarecer o atentado que diz ter sofrido?

Protógenes Queiroz – Fui ao Rio de Janeiro cumprir uma agenda familiar. Me dirigi ao carro que eu sempre uso no Rio, ele fica na rua. Vezes eu o uso, vezes não, por medida de segurança. Esse carro estava parado desde dezembro em frente ao prédio onde mora meu filho. Entrei. Dei uma volta no quarteirão e “bum”. Uma explosão no painel do carro. De maneira injustificada. O carro enfumaçou inteiro, parecia que estava pegando fogo. Enquanto isto, saíram dois esguichos de água fervente e ácida sobre o meu corpo. Sorte que eu estava de calça jeans e sapato. Poderia ter sido pior, caso eu estivesse em alta velocidade. Poderia, na verdade, ter sido fatal. Sorte que eu estava a 40 km/h. Parei o carro imediatamente e saí. Fui socorrido por populares e peguei um taxi para me dirigir a um hospital de emergência. No meio do caminho, decidi ir a um médico de confiança minha para que, se fosse uma lesão mais grave, ser encaminhado a um hospital próprio para o caso. Foi grave. Queimadura de segundo grau profundo. Por isto é que vim me tratar no Hospital das Clínicas em São Paulo, onde tem mais recursos, no setor de Queimados e Cirurgia Plástica. Fiz uma pequena cirurgia para tirar a pele. Quanto à razão, não dá para afirmar que foi somente acidente, porque existem fatos anteriores que me autorizam a pensar em sabotagem provocada por terceiros. Isto já é considerado por quem cuida do caso e estamos tomando as devidas providências.

O que te leva a pensar que foi um atentado e não um acidente?

Vigilâncias, pressões e ameaças durante e depois da operação Satiagraha. Coisas não explicadas até agora. Mas já existem duas investigações iniciadas, uma em Brasília e a outra em São Paulo, ambas sob a responsabilidade do Ministério Público Federal. Até agora não se chegou a nenhuma conclusão, até porque os dados estão sendo tratados em sigilo.

É verdade que se negou a receber auxílio da Polícia Federal? 

Surgiu uma história que me leva a crer que realmente existe algo obscuro no acidente. Logo depois de noticiado o meu acidente, publicou-se uma notícia mentirosa, de grupos interessados, dizendo que eu tinha me recusado a ir à Polícia Civil do Rio de Janeiro, negado auxílio da PF e que o carro tinha sido alvejado por um disparo de arma de fogo no radiador. Inventaram também que um carro da Polícia Civil tinha parado lá… Isso tudo é falácia. Mentira. Foi lançado na mídia pelos mesmos grupos que ainda me acompanham, seguem, vigiam. Fui socorrido por populares, como te disse. O carro? Guardado em local seguro para uma avaliação.

Acredita que o bloqueio de recursos do Opportunity tenha quebrado a tese de Daniel Dantas de que as investigações passaram a ser perseguições pessoais?

Agora, as investigações contra o grupo Opportunity e contra o banqueiro bandido Daniel Dantas existem em quatro países. Em ordem cronológica, os bloqueios se deram no Brasil, que bloqueou em setembro, por decisão do Fausto De Sanctis, quase meio bilhão de dólares, Inglaterra (US$45 milhões), Suíça e Estados Unidos. Ou seja, já foram bloqueados quase US$ 3 bilhões. Durante as investigações, tínhamos indícios de que Dantas desviou do Brasil para paraísos fiscais uma quantia aproximada de US$ 16 bilhões. E, como sabemos, dinheiro originário dos cofres públicos e corrupção, isto desde as privatizações. Então, este bloqueio não é nenhuma surpresa porque eram valores já identificados pela operação Satiagraha. Isto mostra que tudo o que coletamos durante as investigações são dados que provam o indício de ilícito e fraude no mercado financeiro. Não só no Brasil, mas com reflexos em outros países. Agora que estes localizaram o dinheiro brasileiro, bloquearam.

Como surgiu o bloqueio?

O bloqueio nasce com dados levantados aqui no Brasil. Identificamos as contas no exterior mantidas pelo grupo Opportunity. Com isto, enviamos os dados aos países com registros de que tenham recepcionado ou mantenham em seus depósitos valores suspeitos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A partir daí, o país vai avaliar a proveniência do dinheiro e, caso não seja justificada a origem, pedem mais informações para verificar possíveis semelhanças de valores. Para pedir o bloqueio e o repatriamento do dinheiro. Mas é preciso lembrar que estes são valores identificados na primeira fase da investigação. Ainda não chegamos aos valores da segunda fase, ainda em andamento. Acredito que o nome dos investidores fraudulentos e os responsáveis pela remessa de dinheiro suspeito sem origem serão descobertos a partir da quebra de sigilo dos HDs que foram apreendidos.

O dinheiro apreendido representa quantos por cento das operações do Opportunity no exterior?

O valor que conseguimos identificar representaria em torno de 20% das operações do Opportunity no exterior.

O que implica essa diferença entre os valores apresentados pelo Ministério da Justiça e Ministério Público Federal?

Pode ter ocorrido o mesmo que no caso Maluf, o desencontro pode estar na remessa dos documentos enviados. Não se trata de uma diferença de valores. Houve o anúncio de bloqueio pelo Ministério e Secretaria Nacional de Justiça e também houve uma manifestação do Ministério Público Federal divergindo dos valores bloqueados. Mas o que importa é que existem US$ 2 bilhões bloqueados à disposição do Brasil para o repatriamento. O desencontro de informações não interessa.

O que quer dizer que “não tem origem provada”? Que todo mundo que está ali vai perder o que tem se não provar a origem?

Um dinheiro sem registros, sem declarações no imposto de renda, sem origem provada e sem justificativas às autoridades brasileiras sobre o porquê da remessa ao exterior. Ou seja, valores suspeitos de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Tem muitos brasileiros envolvidos. Muitas pessoas importantes que, caso queiram manter o valor desbloqueado, terão de se apresentar à justiça brasileira e provar a origem do valor, a legalidade do dinheiro. Essas pessoas terão que explicar o porquê das contas no exterior. Na minha avaliação, são pessoas da mesma linha que Dantas.

Quem são?

Tenho que manter sigilo, mas garanto que não tem nenhum trabalhador honesto que sai de casa cedo pela manhã e sabe o quanto paga num pãozinho.

Marcela Rocha

 

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Nota do blog ex-bancário: Os Bancos, com todas as benesses que andam recebendo dos governos,vão quebrar a economia do Brasil e de outros países. Seus acionistas ficarão cada vez mais ricos.
Presidente Lula: veja este assunto enquanto há tempo no Brasil.Fala pro Meirelles deixar de remunerar os depósitos liberados do compulsório e ai os Bancos serão obrigados a emprestar os recursos para os clientes.  

29/janeiro/2009 11:28

Saiu na Folha (*) e no Globo:

“Lula amplia Bolsa Família e dá merenda para(sic) jovens – Medidas são anunciadas um dia após corte de R$ 37 bi no Orçamento – … (novas) medidas custarão R$ 871 milhões por ano ao Estado. O Bolsa Família, principal programa social do Planalto, passará a atender mais de 1,3 milhão de famílias (ao todo 12,3 milhões) . O limite de renda para obter ajuda federal subiu de R$ 120 reais para R$ 137 por pessoa. O Governo também dará merenda escolar aos alunos do ensino médio da rede pública.”

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Domingos:Você será sempre parte do nosso Delta Bank.Assinado:Banco Real S.A (antigo)
O Madoff andou criando muitos Madoffinhos por ai. O que se comenta é que vai começar a explodir muitas fraudes, muitos fundos sem fundos e principalmente muitos “meu mico mico meu” estilo Madoff, o homem do fundo sem fundo de 50 bilhões vendidos inclusive a muitos brasileiros .
Porque a coisa vai estourar? Simplesmente porque o dinheiro que fazia a roda da bicicleta rodar já acabou ou anda acabando.
Tem bancão por ai mais quebrado que arroz de teceira…mas no Brasil eles continuam dando lucros escandalosos, praticando spreads altíssimos e crescentes e acabando com a situação econômica de seus próprios clientes.
Dividendos? Já transferiram milhões nos últimos 5 anos.
Pessoal – continuam demitindo e o que é pior nas Agências onde estão os que realmente trazem receitas de qualidade para os balanços. Vão sofrer mais os funcionários oriundos de bancos privatizados (Banespa,Banerj,Bandepe,Baneb,Bemge,etc). Certamente que a justiça trabalhista vai receber muitas reclamações.
O Banco Central finge que não vê e lamentávelmente o Lula anda demorando a demitir o Meirelles que é mais representante dos Bancos privados que do Brasil.
E os Bancos estrangeiros e estrangeiros made in Brasil? Continuam atuando fortemente por aqui, sem nenhuma fiscalização do Banco Central e uma parceria fortissima com grandes doleiros.
E os compradores brasileiros do fundo sem fundo do Madoff? Vão amargar um prejuzão ou vão “sifu” como diz o Lula…mas vão ficar pianinho pois não declararam a saida né?
E eu? Eu continuo afirmando e reafirmando com documentos que o Delta Bank e o Banco Real (antigo) faziam parte do mesmo grupo financeiro, chegando inclusive a transferir clientes brasileiros entre eles nos Estados Unidos.
Tudo está plenamente documentado e algumas coisas inclusive já foram publicadas aqui no blog. Outras ainda não…

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