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Archive for maio \25\UTC 2008

Aviso ao José Serra

José Serra,

Muito cuidado com esta venda da Nossa Caixa.Eu acho que o melhor caminho é vender mesmo para o Banco do Brasil…mas…se a pressão por leilão for muito grande e não puder ser contida politicamente, ouça o que eu vou lhe falar:

-Qualquer banco privado quer porque quer ganhar fatia de mercado no Estado de S.Paulo e estão dispostos a pagar bem;

-Os Bancos estaduais vendidos ou melhor dados aos Bancos privados nacionais e estrangeiros pelo Governo do FHC valiam no minímo 10 vezes mais. Cito apenas um caso: O Bandepe foi vendido como pedágio pela compra do Real pelo ABN.Hoje este Banco já gerou lucros no minímo 10 vezes superior ao valor do leilão, apenas nos primeiros anos. Mais que o próprio Real. É o chamado beneficio fiscal que os avaliadores do preço mínimo nunca vê e são bem aproveitados depois.

-Na determinação do valor de venda fique atento aos créditos fiscais potenciais. É ai onde os Bancos deitam e rolam e as autoridades da Receita Federal fazem vista grossa, pois nunca ou pouco investigam os procedimentos adotados.

Aliás os Bancos são muito pouco investigados no Brasil.
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Aos meus leitores

Estou coletando informações sôbre aquele episódio da prisão no Aeroporto de Guarulhos daquele nosso ex colega do Real que momentaneamente se encontrava prestando serviços para o Delta Bank , sem saber minimamente os riscos envolvidos. Se você tem em seu estado ou sua cidade jornais da época ou conhece algum detalhe favor enviar-me usando o e-mail: blogexbancario@gmail.com.

Eu já tenho vários artigos da imprensa de S.Paulo, mas gostaria de ter em meus arquivos material de Minas Gerais e Rio de Janeiro principalmente. Assim vocês evitariam que eu me deslocasse até Belo Horizonte e Rio para as minhas pesquisas.

Este material é importante pois preciso estar fartamente documentado para eventualmente usar , se e quando necessário. Afinal esta prisão foi uma das justificativas usadas pelo Delta Bank para exigir do Banco Real a simulação da rescisão do meu contrato de trabalho, numa grande farsa e fraude trabalhista. Essa farsa e essa fraude impede hoje que eu possa me aposentar pelo INSS, como é de direito.

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Nota fria e Caixa 2

Li hoje esta matéria no blog ” Os Amigos do Presidente Lula” e me lembrei que um passarinho me contou que eu andei passando pertinho de um assunto parecido com este. Mas isso é pra ser dito numa hora mais oportuna. O certo é que outdoors e abrigos de onibus que nunca existiram podem muito bem fazer parte de notas frias que encobrem doações ao caixa dois de politicos. Quem faz ou compactua com este tipo de negócio antiético, criminoso e ilegal as vezes deixa cada furo. Dizem que tem empresas de publicidade que nascem poucos dias antes e morrem poucos dias depois do pagamento combinado. Será ? Ou eu estou errado?

Vamos então à reportagem:

O senador Marconi Perillo (PSDB-GO) e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues Filho (PP), formavam uma dupla de sucesso no mundo político até semanas atrás. Depois de governar o Estado por dois mandatos, Perillo elegeu-se senador em outubro de 2006, com 75% dos votos, e ainda transformou seu vice, o então desconhecido Rodrigues Filho, o Cidinho, em seu sucessor no governo. Na manhã de 10 de março, o Ministério Público Federal finalizou uma denúncia devastadora contra os dois. Num processo que tramitou em segredo de Justiça, o procurador-geral da República Antonio Fernando Souza denunciou a dupla ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de formação de quadrilha, peculato, caixa dois, uso da máquina pública e uso de notas frias e laranjas (alguém cuja identidade é usada para encobrir o verdadeiro criminoso) para fraudar a eleição de 2006. Se for aceita pelo STF, a denúncia pode encerrar o sucesso da dupla goiana. Nas 16 páginas do documento de acusação, divulgado com exclusividade por epoca.com.br, o procurador-geral Antonio Fernando Souza descreve uma investigação da Polícia Federal que produziu cinco CDs com escutas telefônicas de uma dezena de pessoas. O relator do processo no STF será o ministro Ricardo Lewandowsky. As acusações mais graves são contra Perillo, suspeito de ter voado durante a campanha em aviões do governo do Estado e de ter usado policiais militares como seguranças pessoais. Por isso, o senador é acusado do crime de peculato (apropriação ilegal de recursos públicos).A denúncia diz que Perillo e Rodrigues usaram notas frias e laranjas para justificar o dinheiro sujo na campanha“O senador Marconi Perillo e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, foram os mentores e principais beneficiários de um esquema de captação ilícita de recursos, utilização de notas frias, pagamentos de despesa de campanha por meio de ‘laranjas’ e outras fraudes eleitorais”, escreve o procurador-geral Antonio Fernando. O advogado de Perillo, Antonio Carlos Almeida Castro, o Kakay, nega que ele tenha usado o avião do governo na campanha. Kakay diz que o procurador errou ao basear a denúncia nas escutas telefônicas sem ter ouvido antes os dois políticos. “Só lamento que eu não tenha sido ouvido pelo Ministério Público, porque já tinha esclarecido o que fosse necessário. Estou absolutamente tranquilo”, afirmou Marconi Perillo, por meio de sua assessoria. De acordo com sua defesa, Perillo usou apenas aviões particulares na campanha. ÉPOCA procurou a assessoria e os advogados do governador Rodrigues, mas não obteve resposta.Na denúncia, organizada em tópicos, Antonio Fernando listou as supostas fraudes na campanha:1 – para Antonio Fernando, houve fraude na alteração dos contratos de aluguéis de carros de som nas campanhas de Alcides e Perillo. Notas fiscais de gastos de Perillo teriam sido repassadas à campanha de Alcides para justificar um erro logístico percebido no fim da eleição: não havia sido contabilizada legalmente nas contas de Perillo nenhuma doação para esse tipo de serviço.2 – uso de caixa dois por meio da Multcooper, empresa responsável pelo pagamento de funcionários dos dois candidatos. As notas fiscais apreendidas da campanha de Alcides também mostram pagamento de R$ 600 mil a uma empresa chamada Cantagalo Comunicação Ltda. Apesar do alto valor, esse pagamento não aparece na prestação de contas à Justiça.3 – notas frias. O procurador-geral Antonio Fernando acusa os dois candidatos de apresentar notas fiscais frias para justificar gastos de campanha. Elas serviriam para justificar contas pagas com dinheiro de caixa dois.4 – Marconi Perillo, Waldete Faleiros (contadora do PSDB de Goiás) e Lúcio Fiúza (caixa da campanha de Perillo) são acusados de tentar ocultar provas. Os diálogos interceptados entre 8 e 12 de dezembro de 2006 sugerem, de acordo com o MP, que os denunciados tiraram provas do comitê, a fim de obstruir a investigação.PROVASTrecho da denúncia contra Perillo e Rodrigues. Condenados, eles perderiam o mandatoEscutas feitas no dia 8 de dezembro revelam que Waldete orienta Rodrigo, funcionário de um dos comitês, a esconder documentos e computadores:Waldete – Agora que eu vi que tinha duas chamadas aqui. Pois é, era pra você sair daí, tirar o notebook, tirar os documentos…Rodrigo – Deixa eu te falar: eles chegou de supetão (sic), eles pegou (sic) os documentos do PSDB, viu.Waldete – Pegou tudo?Rodrigo – Pegou.Waldete – Ai, meu Deus…Mais tarde, no mesmo dia, Waldete conversa com Lúcio:Lúcio – Só levaram computador?Waldete – Não. Levaram a documentação toda e os computadores.Lúcio – A nossa documentação também?Waldete – Não, a nossa tá comigo.Lúcio – Deixa bem guardado. Não tinha nenhum papel, nenhum rascunho…Waldete – Não tinha nada assim que comprometesse, a não ser por muita falta de sorte.5 – o Ministério Público afirma ter provas de que Perillo e Rodrigues usaram servidores e bens públicos na campanha de 2006. De acordo com a investigação da Polícia Federal, os seguranças usados nas campanhas eram policiais militares estaduais em horário de expediente.A interceptação de uma conversa de janeiro entre Perillo e Lúcio Fiúza foi resumida assim na denúncia: “Marconi avisa a Lúcio que pagou os funcionários da Fazenda e os seguranças, faltando agora o valor do salário dos sargentos, que ele não sabe. Diz que os sargentos vieram com uma conversa de ser 700 (reais), mas ele acha que é menos, pois eles estão recebendo uma parte do governo”.Perillo é presidente da Comissão de Infra-estrutura do Senado, foi duas vezes governador de Goiás e é considerado hoje um nome promissor no PSDB. A parceria com Rodrigues, até há pouco seu aliado político, já começa a desafinar. Além do processo no STF, Perillo e Rodrigues devem responder a ação por crime eleitoral. Se condenados, eles correm o risco de perder o mandato e de ver o fim de uma dupla que prometia ir longe na política. (IstoÉ)

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Delta Bank e Banco Real – um projeto de muito sucesso.Acima os agradecimentos pelo meu trabalho.

Lendo o Observatório da Imprensa encontrei uma análise sôbre o caso do Suisso Depensaz que segundo o Estadão teria pronunciado a célebre frase : ” Eu não vou ficar preso.Quem tem dinheiro neste país não fica preso”.Vejam o que a Procuradora Karen fala:

“A procuradora Karen Louise Jeanette Kahn, citada na reportagem da Agência Estado, informou a este ombudsman, por meio de uma assessora que, agora, não se manifestaria por estar envolvida na confecção da denúncia contra os acusados de evasão fiscal. No dia 8 de novembro, a Agência Estado publicou e o iG reproduziu que a procuradora declarou ter intenção de usar a frase atribuída a Depensaz em sua acusação.

Veja trecho da reportagem e os argumentos da procuradora:

‘Segundo a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn, é muito provável que a direção dos bancos envolvidos incentivassem suas práticas no Brasil. ‘As instituições financeiras suíças aproveitam brechas em nossa legislação e tratam o Brasil como um quintal florido, um país emergente que vende informalidade e impunidade e é ótimo para a prática da evasão.’ Exemplo disso, segundo a PF, foi a reação do executivo do UBS ao ser preso. Depensaz desdenhou da ação policial e disse: ‘Eu não vou ficar preso. Quem tem dinheiro neste país não fica preso.’ A Superintendência da PF de São Paulo fez constar a frase do executivo no inquérito que apura o caso.

‘É interessante para a denúncia incluir essa declaração, mas não como um revide, mesmo porque há provas de que o envolvimento dele era muito grande e justificam a manutenção da prisão dele’, disse Karen.

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Delta Bank e Banco Real tinham os mesmos clientes.

Lendo isso me veio a idéia de enviar uma carta para a Sra.Procuradora contando o meu caso em detalhes .Não tenho nada a esconder e desejo que ela e todo o Brasil conheça o prejuizo previdenciário que estou tendo pelo fato do Banco RealAbnAmro ter simulado a rescisão do meu contrato por imposição do Delta Bank, com o objetivo de proteger seus interesses exclusivos. Fato este já reconhecido por acórdão unânime do TRT.

No meu caso se acontecesse o mesmo que aconteceu com o Suisso eu estaria perdido pois oficialmente o Delta Bank não tem Agência no Brasil . Ai o Banco RealAbnAmro, se chamado a justificar, poderia alegar para as autoridades da Policia Federal ,Receita Federal ,Banco Central e para a imprensa que eu não era funcionário deles e sim de um concorrente: o Delta Bank.

Entenderam a grande jogada do Delta Bank (Virmondes) e a sacanagem do Banco Real ao fazer isso ? Pois é…até o Valério Mugnol assim entendeu…tanto é que ele disse no processo trabalhista que eles ( Banco Real) descobriram apenas um ano depois que eu trabalhava para um concorrente nos Estados Unidos e decidiram rescindir meu contrato. Ainda bem que a mentira tem perna curta.

É meus amigos . Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

Mas os Bancos Suissos agem de forma diferente e certamente deram ou estarão dando todo apoio ao Depensaz e aos outros que circulam por ai ainda .

ET: Publicarei no blog a íntegra da carta que farei para a Sra.Procuradora.

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Como dizia Capiba

Eu sou madeira de lei que cupim não rói.

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Ao fazer a rescisão do meu contrato de trabalho de forma fraudulenta, atendendo a uma exigência do Delta Bank ( integrante do grupo à época ), o Banco Real visou apenas proteger seus interesses e de seus clientes. A intenção de proteger os clientes é até normal e qualquer Banco faz isso.

Mas não houve nenhuma preocupação com as consequências para a minha situação previdenciária quando tivesse que fazer valer meus direitos junto ao INSS e ao FGTS.

Muito bem mas porque não houve esta preocupação do Banco ? É simples de explicar este caso. Vamos por partes:

a-quem era transferido para os Estados Unidos- Banco Real ou para o Delta Bank – ficava submetido apenas e tão somente às vontades e decisões autoritárias de uma única pessoa que atende pelo nome de Virmondes Fernandes. Não existia e nem existe funcionário do Banco à época que gostasse deste senhor. Ele era conhecido por prejudicar os colegas, por reduzir salários e beneficios previstos no regulamento,por criar ambiente de medo no trabalho e o que é pior por exercer um poder maior do que o próprio Diretor da área. Ele nunca pedia autorização para a Divex – ele exigia . Trabalhar nos Estados Unidos era saber,de forma antecipada, que nenhum regulamento de transferência para o exterior seria fielmente observado.Imperava nos Estados Unidos a LV ou a lei do Virmondes.Quem quizer confirmar o que eu digo basta perguntar a todos os colegas que por lá trabalharam;

b-A Diretoria da Divex, que havia me transferido para trabalhar no Banco Real del Uruguai e teve que me ceder para o Delta Bank, foi contrária à simulação da rescisão do meu contrato e isso está registrado nos arquivos do Banco. Documentos sobre parte deste assunto foram anexados ao processo trabalhista. A Diretoria da Divex sabia dos riscos e da ilegalidade da operação “simulação de rescisão” mas falou mais alto o poder de fogo do Sr. Virmondes, apoiado por certas pessoas da Divisão de Pessoal (à época o RH do Banco Real);

c-Eu tentei de todas as formas evitar que este assunto do Delta Bank fosse mencionado no processo trabalhista na forma como terminou sendo. Mas quando eu vi que a principal testemunha do Banco mentiu de forma descarada ao afirmar que o Delta Bank e o Banco Real da Costa do Marfim não faziam parte do Grupo ai sim eu vi que não poderia mais esconder nada e tudo deveria ser escancarado. Assim vai ser…eu jamais vou aceitar que um dia esta mentira prevaleça;

d-ao simular a rescisão do meu contrato de trabalho, o objetivo do Sr. Virmondes era evitar que em caso de problemas comigo no Brasil ( igual a estes que ocorreram com os caras do Credit Suisse) o Banco Real não fosse oficialmente envolvido, etc, etc,etc. Mas isso já está no Post que publiquei ” Toda a verdade das cartas Uruguaias “.

O erro do Banco RealAbnamro e sua dministração atual, na minha opinião, é permitir a continuidade de um processo que sequer deveria existir e impedir que eu exerça os meus direitos previdenciários, após 30 anos de serviços prestados ao Grupo. O Banco sabe que a decisão da justiça, baseada em provas documentais, não pode ser objeto de revisão . Claro, tudo isso partindo do principio que a justiça de Brasilia é justa.

Eu quero que este assunto se resolva de forma correta a nivel da justiça trabalhista. Mas se eu sentir que isso não será possível, vou ter que examinar outras hipóteses…e ai eu terei necessariamente que invocar testemunhos de clientes comuns aos dois Bancos em algumas das situações previstas. Não é meu desejo e tudo farei para não envolver clientes.

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Claro que o Banco RealAbnamro e o Delta Bank, com seu poder econômico e politico, podem de repente entender que o que eu falo não é verdade ou não deve ser dito e iniciar um processo contra o titular deste humilde blog. Eu sinto que isso é provável e estou preparado para enfrentar o que vier. Talvez seja um grande momento para um acerto geral de contas e que seja público;

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Alguém tem dúvida de que a demissão simulada foi para a proteção do Banco RealAbnamro? A justiça do TRT não tem nenhuma.

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