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Archive for fevereiro \27\UTC 2008

Em um dos próximos posts vou mostrar a página do recurso do Banco onde o Valério Mugnol (Diretor do BR) afirma que o Banco Real da Costa do Marfim não fazia parte do Grupo do Banco Real do Brasil.

E como ele disse isso e a administração atual do Banco continua sendo solidária com esta mentira que prejudica muito a minha necessária e inadiável aposentadoria , me senti livre também para abordar o tema do Capital do Banco Real da Costa do Marfim, notadamente sobre o que foi feito com o produto de sua venda para o BIAO.

Para isso serei obrigado a falar sobre a existência da conta 2 que o Banco Real da Costa do Marfim mantinha junto ao Banco Real de Londres e que não era contabilizada nos livros locais.

Esta conta, devidamente autorizada pela Diretoria era acompanhada pela Divisão de Auditoria e Inspetoria e tinha sua movimentação, tanto a débito quanto a crédito, sob minha responsabilidade e do Banco Real de Londres. Certamente a DAÍ possui inúmeros relatórios confidenciais sobre as transações efetuadas nela e deve haver ainda por lá pessoas que sabem exatamente o que eu sei e do que eu falo.

Esta conta 2 era alimentada por sobrefaturamento da taxa de cambio das operações de importação do Governo da Costa do Marfim que eram realizadas pelo Banco . A movimentação a débito era fundamentalmente para pagamento de comissões (pot-de-vin) a Diretores de estatais do próprio Governo para a manutenção de grandes volumes de depósitos em moeda local e a própria centralização das cartas de crédito de importação de arroz e petróleo com o Banco Real da Costa do Marfim.

O único débito que eu não autorizei durante a minha gestão foi o último e o valor superior a U$1.300.000,00 foi transferido para alguém, em alguma Agência do Banco Real do Caribe.

O Banco precisa explicar isso porque este dinheiro, penso eu, deveria ter sido repatriado ao Brasil juntamente com o capital da venda. É a norma do Banco Central.
Ou, em último caso, para o país de origem do Banco Real da Costa do Marfim, que, segundo o Valério Mugnol, não era o Brasil. Afinal que país é este?

Aguardem o próximo post sôbre este assunto .Estou organizando minhas idéias para que todos compreendam melhor a estratégia sórdida,mentirosa e perigosa montada pelo Banco Real para deixar de recolher aos cofres do Governo as contribuições previdenciárias em meu favor e os depósitos do FGTS sobre os salários e beneficios que me pagou durante quase 20 anos no exterior, como expatriado.

.Não deve haver nenhum problema eu falar disso . Afinal o Banco Real da Costa do Marfim não pertencia ao Banco Real do Brasil, segundo o Valério Mugnol e consequentemente não deve ter porque dar satisfações ao BC,ao INSS, a CEF e a justiça trabalhista brasileira .Valia tudo…e aparentemente continua valendo.

…há uma ação que provoca uma reação; a ação da reação provoca uma nova reação; a ação da reação da reação provoca …

Dê um clique na imagem acima ou em posts anteriores e você verá as empresas que compunham o Grupo do Banco Real.Este Jornal oficial do Banco era editado no RH e o Valério Mugnol sempre soube disso.Qual a necessidade dele ter mentido,como testemunha, para a justiça? Será que um Banco de grande porte,multinacional,com valores bem definidos precisa disso?

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Nos próximos posts falarei mais em detalhes sôbre :

O que o Delta Bank e seu ideólogo queriam esconder com as cartas Uruguaias ?

Para quem está lendo este blog pela primeira vez as cartas Uruguaias foram criadas pelo Delta Bank (aquele mesmo da CPI da CBF/Nike) e eu era obrigado a portar uma a cada vez que vinha ao Brasil para conquistar e manter clientes brasileiros daquele Banco, em um trabalho conjunto com as Agências do Banco Real AbnAmro. Acima a cópia de 3 delas, assinadas pela mesma pessoa, de forma absolutamente diferente. Não me perguntem quais as razões que tinha o ou a signatária da carta para assinar de forma tão distinta e estranha . Só um Molina para desvendar este mistério.

Ainda para quem está lendo este blog pela primeira vez, eu era funcionário registrado dos dois Bancos ( tal qual o ideólogo), e o Delta Bank,para proteger os interesses e imagem do Grupo do Banco Real e dos clientes envolvidos em relação às autoridades e as leis brasileiras , exigiu e obteve a rescisão simulada e fraudulenta do meu contrato de trabalho com o Banco no Brasil.
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Hoje o Banco Real se aproveita dessa simulação de rescisão para alegar na justiça trabalhista a prescrição dos meus direitos previdenciários e do FGTS.
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A justiça trabalhista em acórdão unânime do TRT6 já me deu ganho de causa baseado em provas documentais produzidas pelo próprio Grupo e já mostrada neste blog em diversos posts.
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O Banco Real AbnAmro e o Delta Bank, aproveitando as múltiplas vantagens que oferece a legislação entraram com recurso de revista com o único objetivo de ganhar tempo e dinheiro .
É por isso então que este blog não descansará enquanto este assunto não for devidamente resolvido.
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Estou fazendo na próxima semana uma ampla divulgação porque desejo que cada dia um número maior de leitores brasileiros conheça este assunto e suas consequências.
Em tempos de internet as empresas pensarão duas vezes antes de agir de forma antiética e expropriar direitos legítimos e legais de seus trabalhadores.

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Talvez este blog sirva prá alguma coisa.

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No meu processo trabalhista o Banco Real afirmou, através de sua testemunha (um Diretor importante do RH) que o Delta Bank, para ele, era um concorrente como qualquer outro e que a decisão de trabalhar para aquele Banco nos Estados Unidos foi única e exclusivamente minha.
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Disse também que quando perceberam, um ano e alguns meses depois, que eu estava desaparecido trabalhando para um concorrente nos Estados Unidos providenciaram a rescisão do meu contrato de trabalho com o Banco Real no Brasil e regularizaram a situação. Desnecessário reafirmar que a justiça considerou a rescisão como uma simulação e fraude à legislação trabalhista brasileira.
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Essa versão fantasiosa e mentirosa da testemunha por certo contou e continua contando com o apoio da atual Administração do Banco Real que tem entre os seus valores o respeito e o profissionalismo. É esta versão também que levou a Banco a alegar a prescrição dos meus direitos,não obstante terem me dado uma carta assinada pela Diretoria Executiva atestando que trabalhei para o Grupo de 02/05/75 a 28/08/2003.
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Eu poderia, tanto na inicial quanto nos recursos ordinários , ter anexado vários outros documentos que comprovam que o Delta Bank e o Banco Real faziam parte do mesmo Grupo e nunca foram concorrentes. Mas procurei e tenho procurado até aqui me ater a documentos contundentes , porém mais simples e menos comprometedores de provas, de forma a não jogar mais fogo no palheiro e envolver terceiros e clientes, além da conta. A justiça já está convencida da ligação entre os dois Bancos e isso é mais importante,neste momento.

Entretanto, consultando minha consciência e alguns ex-colegas, cheguei à conclusão que devo registrar, neste blog, para conhecimento de todos que se interessarem, algumas novas provas documentais da ligação entre o Banco Real e o Delta Bank. Este assunto, me parece,precisa ficar mais bem documentado para o futuro e a minha decisão é a de proceder assim nos próximos posts.

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Começo hoje pelo documento acima.
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É um memorando interno de 21/12/94, emitido pelo principal administrador do Delta Bank em Miami e destinado a 7 Vices Presidentes ou Gerentes de Contas. Evidentemente que estou entre os 7 com a sigla DS.
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O Objetivo deste memorando é, seguindo orientação do Presidente do Delta Bank e principal Diretor do Banco Real nos Estados Unidos, transferir muitas contas de clientes do Delta Bank para o Banco Real de Miami. Notar que o Gerente Geral do Banco Real de Miami participaria da reunião sobre o assunto.
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As contas a serem transferidas numa primeira etapa estão relacionadas numa lista anexa que eu, por decisão pessoal, não publicarei aqui por enquanto. Caberia, aos Vice Presidentes, trazer para a reunião novos nomes de clientes que deveriam ser transferidos do Delta Bank para o Banco Real. O que foi feito.
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Nunca, na história deste país e de outros paises, um Banco faria uma reunião de seus principais executivos para transferir contas para um concorrente. Uma decisão dessas evidencía que o cliente sabe da ligação umbilical entre os dois Bancos, que o Banco tem liberdade para tomar a decisão e que nada muda nos finalmente para os clientes transferidos e para o Grupo financeiro. Até mesmo porque os clientes da lista e os que não constam dela foram conquistados no Brasil para o Delta Bank pelos gerentes do próprio Banco Real.

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Leitores deste blog:
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Volto a afirmar: O Banco Real não precisava ter me humilhado e provocado com este falso testemunho e uma estratégia de defesa pouco ética. Poderia ter estudado melhor o assunto quando da inicial, adotado uma estratégia de defesa mais técnica e honesta e cobrado do antigo administrador a regularização das pendências previdenciárias e do FGTS.
Ao proceder da forma como procedeu e continuar mantendo a estratégia inicial da defesa, ele me mantêm liberado para agir da melhor forma possível para defender meus interesses.

Ou eu estou errado ?

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Um grande Bandepeano

O escritor Ariano Suassuna deu uma aula para todos os Gerentes do Bandepe, em reunião de objetivos do segundo semestre 2003.

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Se Cacciola voltar, penas vão voar

Salvatore Cacciola foi passear em Mônaco e até hoje está preso. Sua extradição foi pedida pelo Brasil. O processo está sendo instruído, e a Justiça de lá espera decidir em três dias. O que pode acontecer é que, se Cacciola for absolvido, terá de voltar para o Brasil. Se contar a história verdadeira, vai haver alvoroço entre os financistas de governos anteriores.Após cinco meses e quatro adiamentos, ocorreu ontem em Mônaco a audiência final para definir o destino do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, preso desde setembro de 2007.A audiência durou quase três horas e foi dominada por tentativas da defesa de desqualificar o processo. Do lado do governo, o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr., disse que o processo é “tecnicamente perfeito” e que a defesa faz “chicana”.Os três juízes da Corte de apelações devem tomar a decisão nos próximos dias. Oficialmente não há prazo, mas o subprocurador-geral de Mônaco, Gerard Dubes, disse que espera o anúncio num prazo de sete a dez dias.Frank Michel, advogado de Cacciola, disse que, se a corte decidir pela extradição, ele pode recorrer ao príncipe Albert 2º, dispositivo previsto em Mônaco, mas nunca usado

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O Cafu logo após o Penta

Só mesmo a equipe do Bandepe para ter o Cafú em sua reunião de objetivos. Ele veio comemorar o Penta conosco lá no Hotel Blue Three Park do Cabo de Sto Agostinho.

Detalhe: o perigo estava ao fundo.

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