Feeds:
Posts
Comentários

Archive for novembro \29\UTC 2007

CARTA ANEXADA AO PROCESSO TRABALHISTA ATESTANDO TRABALHO PARA O BANCO REAL DE 02/05/1975 A 28/08/2003 E INEXISTÊNCIA DE QUALQUER FATO DESABONADOR A CONDUTA.

Quem não se lembra dos antigos funcionários do BMG quando foi comprado pelo Banco da Lavoura no início dos anos 70 ? Eu me lembro muito bem pois trabalhei em 3 ex-Agências deles e me lembro também que a única forma para preservar os direitos adquiridos estava numa famosa carta verde que eles receberam antes da incorporação.
Pois bem a carta acima é a minha carta verde e ela será postada aqui enquanto a pendência existir entre o titular deste humilde blog e seu antigo empregador que foi único desde o dia 02/05/1975 a 28/08/2003.
Onde está o problema?
Eu quis em diversas oportunidades que o assunto do FGTS e INSS fosse resolvido da forma mais amigável possivel, tentando ao máximo evitar a via judicial. Há vários registros para quase todas as pessoas que decidiam, nas diferentes ocasiões.
Me enrolaram dizendo o tempo todo que eu não deveria me preocupar e isso aconteceu até com os novos administradores, logo que o Banco foi comprado.
Por fim e contra a minha vontade fui obrigado a entrar com um processo trabalhista com o objetivo de fazer prevalecer meus direitos.
Que faz o banco?

Traz falso testemunho para o processo e monta uma estratégia de defesa alegando que o Banco Real da Costa do Marfim e o Delta não faziam parte do Grupo. A gôta d’agua.
Ora bolas eu nunca pedi prá ir prá África e nem pros Estados Unidos e muito menos desejei trabalhar para o Delta Bank.Tem mais, o próprio Serviço Jurídico do Banco, em diferentes oportunidades, alertou para o procedimento irregular e ilegal em relação aos contratos dos expatriados. Tudo isso foi anexado ao processo.
A justiça a nível do TRT reconheceu a unicidade do meu contrato e o direito de receber o FGTS e o INSS , além de outros pontos.
Que faz o banco?
Se apega agora a uma rescisão fraudulenta ( a palavra certa é esta mesma) do meu contrato de trabalho, imposta pelo Delta Bank através de um dos seus principais administradores ( o ideólogo das cartas Uruguaias ) e alega prescrição do direito de reclamar.
Nenhuma empresa,sobretudo de grande porte, multinacional e com imagem a zelar, pode permitir que um funcionário com 30 anos de trabalho seja desrespeitado e mais que isso humilhado.
Além disso toda ação provoca uma reação e eu não estou fazendo nada mais nada menos do que trazer a público algo que não deveria ter chegado nem aos tribunais, se um exame da situação tivesse sido feito por pessoas isentas. Tenho procurado me restringir aos itens que foram amplamente mostrados no próprio processo e permaneço nesta linha até quando possível, já que não me move nenhum outro objetivo que o de reaver direitos.
Mas e a ética profissional ?

Quem mandou a ética às favas não fui eu. Ou eu estou errado ?

Read Full Post »

É preciso indignar-se.

Aos leitores deste blog (grande maioria de colegas ,ex-colegas e amigos) queria pedir um pequeno favor : Leiam e divulguem com o carinho necessário o conteúdo do site acima:
Mais do que apoiar essa luta da familia da Renata , é preciso fortalecê-la por meio da participação.
É preciso indignar-se com a falta de respeito pela vida.

Read Full Post »

Frase famosa do bancário suisso : No Brasil quem tem dinheiro não fica preso!
Será que meu nobre ex-colega de profissão tem razão?

Read Full Post »

Reconhecimento do Banco Real por serviços prestados ao Delta Bank .

O projeto era e é um sucesso e eu contribui muito para isso. Sabe o que tive em troca graças ao ideólogo das cartas uruguaias que reside em NY e certos antigos funcionários do BR de S.Paulo ? Uma rescisão fraudulenta do meu contrato de trabalho de 1975 para se protegerem das autoridades brasileiras e que me traz como resultado momentâneo a impossibilidade de contar 2/3 de tempo de serviço ( 20 anos) para efeitos de aposentadoria e o não recolhimento do FGTS. Um dia entro em mais detalhes,se necessário.
A montagem foi tão mal feita que depois fizeram uma readmissão minha numa Agência inexistente (São João Evangelista-MG) há mais de 15 anos, num cargo de estagiário e pasmem!!! No mesmo dia que assumí no Banco Real Chile as funções de Gerente Geral, ou seja o primeiro responsável da Unidade do Exterior.
Como se vê eu posso entrar tranquilamente para o livro Guinness of the records como o bancário que conseguiu a proeza de ser contratado como “em experiência” (não sabia nada de banco) no Brasil e no mesmo dia como principal Administrador de um Banco no Chile.(tinha que saber muita coisa de Banco e muita experiência até mesmo por exigência do Banco Central local)

Tem lógica ? Não , não tem. Pode ? Não, não pode. Como diz o FHC : Tá errado.

A nivel de TRT a justiça já me deu ganho de causa e agora no TST o Banco se apega exatamente a esta rescisão fraudulenta para alegar prescrição do direito de reclamar.Claro que as minhas provas já foram consideradas suficientes para desmontar a farsa e permitir uma decisão sem equívocos da justiça mas…

Se isso não for suficiente a luta precisará ser radicalizada?Ou eu estou errado em defender meus direitos da forma que eu considero certa?

Quem agiu e ainda age de forma antiética não sou eu pois estou apenas me defendendo com unhas e dentes.

Abro mão de todas as outras coisas,menos do FGTS e do INSS. Isso é a lei e a lei previdenciária é para ser cumprida em sua integralidade.

Mais detalhes sobre este caso você pode ler nos diferentes posts já publicados ou a publicar ou ainda consultar no site http://www.trt6.gov.br/ e digitar 01521 2004 14 00.

A declaração acima (primeira) é uma das provas documentais anexadas ao processo e considerada definitiva pela justiça trabalhista de Pernambuco. Será que vale a pena o Banco continuar negando que trabalhei prá eles como único empregador de 02/05/1975 a 28/08/2003 ? Ou a assinatura da Diretoria executiva estatutária lá é só prá Inglês ( ou Holandês ) ver ?
AS EMPRESAS NO BRASIL PRECISAM SER VERDADEIRAMENTE ÉTICAS E A JUSTIÇA PRECISA APENAS SER JUSTA.

Read Full Post »

Este Mazda 626 -1998 eu adquiri com a idéia de ficar com ele no Brasil por pelo menos 2 anos. Eu tinha previsto entrar e sair diversas vezes de forma a ficar aqui legalizado. Depois vi que fiz besteira e não valia a pena.Fui até o Chile com ele e o revendi.

Este Suzuki Baleno 1997 era da Dona Marlene.Ligeirinho,pequeno, automático e baratinho.Tipo de carro que não se perdia dinheiro na revenda lá no Chile.Dei ele como parte de pagamento do Mazda 626 acima.

Ai eu me enchi de coragem e comprei esta Ford Explorer Limited zero kilometro para fazer a minha primeira viagem ao Brasil.Que carro maravilhoso.Excelente motor e um luxo que só por dentro. Fui com ela diversas vezes a Argentina,norte do Chile e Brasil.

Comprei este BMW 325 usado de um funcionário de uma Embaixada.Fiquei com ele apenas uns 6 meses e depois dei como parte de pagamento na Explorer acima.

Este Ford Taurus era do Banco.Excelente carro,superconfortável,mas um grande bebedor de gasolina.

Lá no Chile eu tive bons carros e pude fazer várias viagens ao Brasil e à Argentina. Aliás eu sou sempre mais feliz quando estou numa estrada,seja com ou sem buraco. Já cheguei a atravessar a cordilheira dos Andes em estrada de terra em viagem da Bolivia (La Paz) para o Brasil . Da minha casa no Chile a minha casa em S.Paulo são exatos 3.610 km e eu fiz este percurso em 3 oportunidades.
Só para lembrar : Nem de carro eu fui lá no Uruguai para levar aqueles formulários citados naquelas famosas cartas já publicadas.

Read Full Post »

Este é um assunto que nunca foi bem explicado na CPI . Como eu agora tenho tempo vou estudar mais a fundo o que aconteceu e publicar as minhas impressões. Eu estive algumas vezes no Paraguai para ver como funcionava isso . Confesso que nunca vi tanto dinheiro atravessar a ponte da amizade e nunca pude imaginar que toda aquela montanha de dinheiro viesse das compras dos sacoleiros.Será?

Contas CC5 viabilizaram as movimentações ilegais
Mudanças em 1996

A partir de 1996, o próprio Banco Central determinou que só seriam aceitos depósitos em CC5 em dinheiro e, portanto, sem identificação, até o valor de R$ 10 mil. A intenção era inibir a dissimulação de recursos de origem ilícita, por meio de depósitos que, na maioria das vezes, não permitiam a identificação do autor. Na mesma época, no entanto, de acordo com o Banco Central, era grande o número de sacoleiros que faziam suas compras em Ciudad Del Este, no Paraguai, a cinco quilômetros de Foz do Iguaçu, pagando em reais. Os lojistas trocavam seu dinheiro nas casas de câmbio, que o depositavam em suas contas CC5 no Brasil, transferindo-o em seguida para as CC5 das instituições financeiras.

Com a proibição, os lojistas, teoricamente, não aceitariam mais o real, e os brasileiros passariam a trocar o dinheiro no mercado paralelo, o que causaria um aumento do dólar no paralelo.Essa foi a justificativa de Gustavo Franco para a elaboração das autorizações especiais do Banco Central para que cinco instituições financeiras brasileiras – Banco do Brasil, Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), Banco do Estado do Paraná (Banestado), liquidado em 2000, Banco Araucária, liquidado em 2001, e Banco Real – recebessem o depósito de valores superiores aos R$ 10 mil permitidos e enviassem ao exterior, constando como remetente a própria instituição financeira.

Dessa forma, estava aberta uma “brecha para se burlar a lei”, segundo o relator, tornando difícil a identificação da origem desses valores e, criando-se assim um ambiente favorável à evasão de divisas.InvestigaçõesFoi o próprio Banco Central, no entanto, que fez as primeiras denúncias ao Ministério Público, resultando no ficou conhecido como Operação Macuco.

Funcionários da área de fiscalização observaram que os depósitos em dinheiro feitos nas CC5 eram bem superiores aos valores transportados pelos carros-forte que atravessavam a Ponte da Amizade, que liga o Brasil ao Paraguai. Informado, o Ministério Público solicitou abertura de inquérito pela Polícia Federal para apurar o caso. As investigações demonstraram que muitas das casas de câmbio e de instituições financeiras estrangeiras envolvidas tinham conta na agência do Banestado de Nova Iorque.

Somente durante os anos de 1996 e 1997, cerca de 90% do movimento daquela agência, por volta de R$ 14,9 bilhões, circularam por apenas 137 contas daquela agência. Boa parte desse dinheiro ia parar em paraísos fiscais. No meio das investigações, o Banestado acabou sendo vendido, no ano de 2000, para o Itaú, que liberou à polícia os dossiês dos cadastros das contas de todos os correntistas da agência do Banestado em Nova Iorque. Isso permitiu que se começassem as investigações para descobrir a origem do dinheiro evadido. A CPMI recebeu o sigilo das bases de dados do Banestado, Beacon Hill, MTB Bank, Lespan, Safra e Merchants Bank, em um total de aproximadamente 1,6 milhão de movimentações de aproximadamente 500 mil pessoas físicas e jurídicas.

Apurações no exterior

Através de contatos com a promotoria de Nova Iorque, a CPMI teve acesso a informações a respeito da empresa Beacon Hill Services Corporation (BHSC), cujas atividades haviam sido encerradas por ordem da justiça dos Estados Unidos, devido à atuação ilegal no sistema financeiro e aos indícios de lavagem de dinheiro de origens diversas: corrupção, narcotráfico, terrorismo e outros. Como essa empresa mantinha um grande número de contas de brasileiros, ficou evidenciada a presença de uma importante rede de doleiros agindo no País.É justamente aí que aparece um dos maiores envolvidos no caso do Banestado – o empresário Dario Masser, que teve seu CPF cancelado por omissão. Ele não declarava imposto de renda há pelo menos cinco anos e, de acordo com a base de contratos de câmbio do Banco Central, nunca teve uma operação de câmbio registrada em seu nome. Mesmo assim, ex-proprietário do Banco Dimensão, o empresário é dono de imóvel de luxo em Nova Iorque e financiou Aníbal Contreiras, outro indiciado, para abrir a empresa Beacon Hill nos Estados Unidos.De acordo com o relatório, há indícios de que Dario Messer mantinha negócios em países envolvidos diretamente com a evasão de divisas e lavagem de dinheiro brasileiro, como Estados Unidos, Uruguai, Bahamas e Paraguai, notoriamente ligados a crimes financeiros pela facilidade com que os doleiros encontram brechas no sistema financeiro. Apenas Messer movimentou cerca de R$ 8 bilhões do montante analisado pela CPI.

.

Reportagem – Maria Lúcia SigmaringaEdição – Paulo Cesar Santos(Reprodução autorizada mediante citação da Agência)Agência CâmaraTel.(61) 216.1851/ 216.1852Fax.(61) 216.1856E-mail:agencia@camara.gov.brA Agência também utiliza material jornalístico produzido pela Rádio, Jornal e TV Câmara.

Read Full Post »

Read Full Post »

Older Posts »